27ago

Planta mandrágora

Planta mandrágora: o que é e para que serve a espécie mágica

Cercada por lendas e crenças mundo afora, a espécie tem fins medicinais e, também, místicos

Famosa na ficção e no meio místico, a planta mandrágora desperta muita curiosidade. Quem é fã da saga Harry Potter deve se lembrar de quando, no filme Harry Potter e a Câmara Secreta, os alunos de Hogwarts aprendem como colher com segurança a mandrágora, uma planta tão perigosa na trama.

A verdade é que muitas lendas e crendices se associam a esta espécie desde a antiguidade. Por ter raízes que se assemelham a um feto humano, uma lenda medieval dizia que essa raiz representaria um pequeno homem dormindo sob a terra e que, quando retirado de seu descanso, daria um grito capaz de deixar as pessoas surdas ou levá-las a morte. Daí o famoso apelido dado à mandrágora de “a planta que grita”.

Para além de todo seu histórico místico, fato é que essa espécie possui muitos poderes medicinais. Segundo o paisagista Luciano Zanardo, a planta é utilizada como alucinógeno, analgésico, narcótico, sedativo e purgante.

“Antigamente, servia para aliviar dores, no tratamento de problemas do sistema nervoso e também no cuidado de úlceras”, conta o especialista. Atualmente, ela é utilizada em tratamentos homeopáticos.

Nativa da região do Mediterrâneo, a mandrágora é uma planta da família das Solanaceae (família botânica de plantas com flores). Seus frutos são amarelos, carnosos, aromáticos e tóxicos, e eram chamados de ‘as maçãs do diabo’ pelos árabes, devido aos seus efeitos afrodisíacos.

Considerada por muitos uma planta mágica, a mandrágora possui aplicações que vão além do aspecto medicinal. “Atualmente, ela ainda é utilizada como um amuleto de sorte, proteção e prosperidade, além de servir para fins afrodisíacos”, explica Luciano.

Para quem pretende ter essa planta tão peculiar dentro da própria casa, a boa notícia é que é possível, sim – e seus cuidados são bem simples. “Como essa é uma planta solanácea, seu habitat inclui jardins com muitas espécies e áreas com sombra, então, podem sobreviver em locais onde bate sol e também mais escuros”, diz o paisagista. Durante o verão, a planta precisa ser regada com frequência e, depois, basta realizar uma rega a cada duas semanas.

Fonte: Casa Vougue

27ago

Conheça o hissopo

Conheça o hissopo, erva medicinal conhecida como planta sagrada

Com propriedades que ajudam contra a tosse e alergias respiratórias, a espécie é ótima opção para sua horta ou jardim

Está pensando em ampliar a sua horta caseira? Se você ainda não ouviu falar, saiba que o hissopo (Hyssopus officinalis) é ótima opção de planta para você cultivar. Famosa por suas citações em livros bíblicos, a espécie ficou conhecida como planta sagrada e pode ser utilizada como erva aromática ou medicinal.

O hissopo é uma planta que pode viver por vários anos, inclusive em solos rochosos, devido a sua alta resistência. Segundo o paisagista Luiz Cardoso, ela costuma ter entre 20 centímetros e um metro de altura, com flores de cor violeta, rosa ou branca.

Suas principais propriedades medicinais são contra a tosse e como antisséptico. “O chá ajuda no tratamento de quem sofre de asma, bronquite, rinite e sinusite por ser naturalmente expectorante, além de ser um poderoso diurético, protegendo assim a saúde do fígado e dos rins”, explica o especialista. Mas caso não esteja acostumado, prepare-se: essa é uma planta de sabor forte e amargo.

Para cultivar a espécie em casa, o importante é saber que ela demanda certo espaço. Por isso, vasos grandes, jardins e hortas são ideais, com espaçamento médio de 40 a 60 centímetros. Além disso, o hissopo precisa de sol pleno por pelo menos quatro horas por dia.

“O plantio pode ser feito a partir de sementes ou de divisões da planta desenvolvida, com ramos que tenham de cinco a dez centímetros”, conta Luiz. Nesse último caso, os ramos devem ser mantidos em vasos com terra bem úmida para que haja o enraizamento, antes de prosseguir com o plantio final – mas sem encharcá-la.

Apesar da necessidade de uma irrigação contínua nos primeiros meses, plantas maiores toleram períodos mais secos e podem ser molhadas com menor frequência, segundo explica o paisagista.

Fonte: Casa Vougue

18ago

A Babosa

Aloé Vera, ou Babosa, é realmente uma das principais dádivas do Reino Vegetal. Se todos soubessem os importantes benefícios nutricionais e medicinais que ela guarda dentro de suas folhas, provavelmente haveria um pequeno jardim de Aloé em cada residência. E definitivamente as farmácias venderiam menos medicamentos.

Quando estudamos todo o potencial que esta planta tem a oferecer, torna-se simples compreender o porque da ANVISA (Agência nacional de vigilância sanitária) ter proibido no Brasil a comercialização de produtos que contenham a mesma em sua composição. Afinal, como todo bom órgão governamental, é necessário que esta preste tributo e obediência aos “patrocinadores”, no caso a indústria farmacêutica. Por uma fração de preço de qualquer medicamento sintético a Aloé oferece uma vasta seleção de princípios ativos medicinais em forma orgânica e já conjugada com os elementos que auxiliam no uso destas substâncias. Seus benefícios amplamente documentados explicam o porque desta planta ser reverenciada através de pinturas nos templos egípcios, e em diversas culturas ao longo da história. Embora a maioria apenas tenha conhecimento acerca das aplicações externas da Aloé Vera, seja na forma cosmética (pele e cabelos) ou na forma de reparo de queimaduras, a planta tem, na realidade, muito mais a oferecer. Seus benefícios quando usada internamente (ingerida) são tão ou mais significativos. Pesquisando a literatura científica disponível, percebe-se que a Aloé destaca-se como uma planta singular, com uma incrível variedade de benefícios para a saúde. Em uma única planta podemos encontrar os seguintes benefícios, ou auxílios que a mesma presta ao organismo com o propósito de:

  • Interromper o crescimento de tumores cancerígenos.
  • Reduzir os índices de colesterol ruim.
  • Dissolução de pedras nos rins e proteção contra cristalização dos oxalatos presentes no café e em alguns chás.
  • Alcalinizar o sangue, o que é especialmente útil num mundo onde se consome tanto açúcar e farinha (substâncias acidificantes).
  • Tratar úlceras, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outras desordens digestivas.
  • Reduzir a pressão sanguínea elevada tratando da causa, e não apenas dos sintomas.
  • Acelerar a cura de queimaduras físicas e radioativas.
  • Substituir dezenas de produtos de primeiros socorros, tornando obsoleto o uso de bandagens e spray bactericidas.
  • Ajudar a interromper o câncer do cólon, tratando dos intestinos e lubrificando o trato digestivo como um bálsamo.
  • Corrigir a constipação.
  • Estabilizar os níveis de açúcar no sangue
  • Prevenir e tratar as infecções causadas pela bactéria da Cândida
  • Proteger o fígado contra diversas doenças
  • Funcionar como um isotônico natural, para o equilíbrio de eletrólitos, tornando as bebidas isotônicas artificiais também obsoletas.
  • Aumentar o desempenho cardiovascular e a resistência física.
  • Hidratar a pele e acelerar sua regeneração em caso de cortes ou feridas de qualquer tipo.
  • Fluidificar o sangue que porventura esteja muito denso, grosso, ou grudento, facilitando em muito a circulação.
  • Aumentar a oxigenação sanguínea.
  • Diminuir processos inflamatórios e aliviar as dores da artrite.
  • Proteger o corpo contra o stress oxidativo.

Em todo o mundo, o Brasil foi o pioneiro em proibir o uso de suplementos que contém esta planta, demonstrando assim o avanço na compreensão e conhecimento de nossas autoridades responsáveis. Felizmente, AINDA é possível extrair os benefícios a partir do uso da própria planta, extraindo o gel de dentro de sua casca e preparando-o em sucos ou shakes. O processo em si é fácil e rápido, requerendo apenas alguns cuidados e atenções. Ao final deste artigo apresento um guia prático com fotos para a extração caseira do gel. Você pode encontrar com certa facilidade as folhas de Aloe em feiras livres (barracas de ervas), mercados municipais e lojas especializadas. seu gel densamente nutritivo e hidratante dos sedentos micro predadores do deserto. Além de conter água e propriedades regenerativas, este gel é composto de centenas de fito químicos que concedem notáveis efeitos medicinais aos humanos que o ingerem. Muitos especialistas afirmam que cerca de 60% dos princípios ativos sintéticos encontrados nos medicamentos sintéticos de farmácia encontram-se em versão orgânica e superior no gel da Aloe. Por este motivo, diversas empresas ao redor do mundo se empenharam em criar linhas de produtos como o suco de Aloe Vera. O efeito da folha na prevenção e tratamento de sintomas diversos é potente, real e cientificamente comprovado por centenas de estudos.

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O que há no gel da Aloe Vera:

  • Água
  • 20 minerais
  • 12 vitaminas
  • 18 aminoácidos
  • 200 componentes vegetais ativos (fito nutrientes), incluindo:
    • Enzimas
    • Terpenos ( um fito nutriente que reduz o açúcar no sangue)
    • Gliconutrientes e Glicoproteinas
    • Polissacarídeos, incluindo:
      • Acemannan,
      • Mannose-6-fosfato
      • Polimannans

Glicosídeos Fenólicos, como o Dihydrocoumarins

Guia  passo a passo a extração do Gel

É simples e fácil a extração do gel da folha da Aloe Vera, que pode ser tranquilamente cultivada no quintal de sua casa, ou mesmo em um vaso, caso você more em uma casa pequena ou apartamento. Desta forma você terá sempre a mão uma das mais magníficas ervas medicinais. É um grande privilégio poder colher e consumi-la fresca. Lembrando que existem dezenas de variedades de Aloe, a que buscamos é a Aloe Barbadensis, que você pode reconhecer nas fotos como a variedade que tem folhas lisas e suculentas. Você pode encontrar estas folhas à venda em lojas de ervas ou em barracas de feira de rua. Eis o passo a passo de como retirar o gel de suas folhas. Com a prática você leva poucos segundos para executar o processo que deve idealmente fazer parte de sua rotina diária de hábitos saudáveis. Que você possa sentir e desfrutar das bênçãos desta princesa em sua qualidade de vida. 1º Passo: Escolha a folha que estiver mais abaixo de todas e, puxando-a com cuidado, remova-a da planta. Esta é normalmente grande, grossa e bem verde. Lembre-se sempre de agradecer à planta e à Natureza por lhe proporcionar saúde e vitalidade radiantes através deste nutritivo presente. Gratidão é, de acordo com os monges de diversas tradições, o mais elevado sentimento possível ao ser humano. Quanto mais grossa a folha, mais gel você obterá. Uma folha saudável tem o tamanho de um antebraço, aproximadamente. Respeite a planta que lhe fornece sua folha e nutrição, deixando o suficiente para que ela sobreviva e possa prosperar. Nunca destrua uma planta de Aloe Vera. Deixe as pequenas folhas do miolo vivas para que a planta possa continuar a se desenvolver. Depois de algum tempo você poderá colher mais de sua generosidade. Após cortar a folha, começará a escorrer no local do corte uma resina amarela que depois se torna vermelha escura. Deixe a folha na vertical e espere alguns segundos até que toda esta resina saia. Não se preocupe com a perda de gel, pois apenas a resina escorrerá. Todo o gel permanecerá intacto na folha. Note a bela e grossa camada de gel nesta folha de Aloe Vera: é este gel em que estamos interessados em utilizar. O método que mostraremos aqui consiste em tirar com uma faca a parte verde e a resina da folha, restando apenas o gel. É exatamente neste gel viscoso que estão contidos todos aqueles benefícios e que estamos interessados em obter. Já a resina vermelha escura (Alantoína), presente na parte verde da folha, não é aconselhável para a utilização interna, pois age de maneira muito intensa no organismo. Assim, enquanto o gel suaviza e regenera todo o trato digestivo, cura doenças como azias, constipações, Doença de Crohn e outras desordens digestivas; a resina vermelha, quando consumida, causa irritação e diarréia. Utilize o gel em uma nutritiva e deliciosa bebida matinal e deixe a parte verde que restar para utilização como loção hidratante para pele e cabelos. Este é um cosmético integralmente ecológico! Aqui foi cortada uma seção da folha para mostrar mais nitidamente a transparência do gel da Aloe Vera. O gel da Aloe Vera é constituído de 96% pura água! Esta água é retida por uma magnífica matriz de complexos polissacarídeos, composta por mais de 200 fito nutrientes. São destes polissacarídeos e gliconutrientes que todas as propriedades medicinais da Aloe são originados. É o que nos interessa. Um maravilhoso close da folha da Aloe Vera. Podemos ver claramente a textura do gel e da casca. O que é impossível de observar nesta e em qualquer outra foto são os esplêndidos e numerosos elementos nutritivos e medicinais! Observe neste outro closeup os pontinhos vermelhos escuros entre o gel e a pele da folha da Aloe Vera. Estes pontinhos representam o sistema circulatório da planta e é nele que se encontram a resina amarelada mencionada anteriormente. Enquanto estes pontinhos são o sistema circulatório, o gel representa o sistema de armazenamento de água da Aloe. Todos os diferentes tipos de Aloe Vera são naturalmente bactericidas e possuem habilidade regenerativa. Se a planta sofrer algum corte, ele estará cicatrizado em questão de horas! Estas impressionantes propriedades são transmitidas para aqueles que consumirem seu gel. Aloe Vera é bactericida, fungicida, e anti-viral. 2º Passo Coloque a folha sobre uma tábua de cortar alimentos. Utilize, se possível, uma faca de serra com lâmina flexível. Como benefício extra, ao manejar a Aloe Vera sobre a sua tábua de alimentos, você também irá cobri-la com uma maravilhosa camada de gel natural bactericida e fungicida! 3º Passo Primeiro corte o meio da parte côncava da folha, segurando a faca paralelamente à tabua de cortar, tentando cortar o mínimo de gel possível. Comece este corte da base da folha, a parte mais grossa, até a ponta da folha, a parte mais fina. Feito o corte, a folha ficará parecida com a figura acima. O gel ficará exposto na parte do topo da folha. 4º Passo Agora corte as duas partes restantes na folha da Aloe. Segure a faca formando um ângulo de 45º com a tábua, aproximadamente, e corte uma parte por vez, sempre da parte mais grossa para a parte mais fina. Feito isso, toda a casca de um lado da folha terá sido removida, conforme a ilustração acima. Resta somente a parte de baixo. 5º Passo Segure a faca paralela à tabua de cortar e gentilmente corte o gel da casca que está abaixo dele. Como a casca debaixo é levemente côncava, você pode pressionar levemente a folha contra a tábua para facilitar o corte. Tenha a certeza de ter retirado toda a casca do gel, pois não é aconselhável ingerir esta camada verde, ou a resina amarelada – esta pode afetar sua flora intestinal, causar alergias ou até manchar as mucosas do intestino. Note que o gel foi completamente separado da casca da Aloe Vera. (Observe atentamente a figura acima: o gel é praticamente transparente.) 6º Passo Agora você pode pegar o gel, que lembra um pedaço grande de gelatina. Isto é o que você irá comer. Se quiser, coma um pedaço do gel como está! O gosto é levemente amargo, mas quando adicionado e batido com sua bebida, ele praticamente não terá gosto. Este gel também pode ser usado quando sofrer algum corte ou ferimento, para prevenir infecções e acelerar a cicatrização. Você pode até colocar pedacinhos dentro do ferimento, em casos mais graves, para auxiliar o tratamento posterior em uma sala de emergências. É perfeito para cortes, arranhões, queimaduras. Outra imagem mostrando o gel retirado e separado da pele da folha da Aloe Vera. Isto sim é pura medicina, fornecida generosa e gratuitamente pela Mãe Natureza!

Como Utilizar?

O gel da Aloe Vera, quando extraído adequadamente, praticamente não tem gosto e portanto soma-se bem a qualquer suco ou bebida que você prepare no liquidificador. Cultive suculentas folhas de Aloe frescas em seu jardim, da espécie Barbadensis (a folha mais espessa), mostrada em todas as fotos. Para fazer uso desta planta, descasque-a com a ajuda de uma faca e jogue um pedaço do gel dentro do copo de liquidificador. Na seqüência, acrescente sua fruta ou suco preferido (pode ser suco verde, leite de castanhas….) e processe por alguns instantes. Saúde! Observações Caso você nunca tenha consumido Aloé antes, tenha a precaução de começar com pequenas porções. Reações alérgicas a Aloé Vera são muito raras, porém cautela é sempre recomendável.

Aloé Vera, ou Babosa, é realmente uma das principais dádivas do Reino Vegetal. Se todos soubessem os importantes benefícios nutricionais e medicinais que ela guarda dentro de suas folhas, provavelmente haveria um pequeno jardim de Aloé em cada residência. E definitivamente as farmácias venderiam menos medicamentos.

Quando estudamos todo o potencial que esta planta tem a oferecer, torna-se simples compreender o porque da ANVISA (Agência nacional de vigilância sanitária) ter proibido no Brasil a comercialização de produtos que contenham a mesma em sua composição. Afinal, como todo bom órgão governamental, é necessário que esta preste tributo e obediência aos “patrocinadores”, no caso a indústria farmacêutica. Por uma fração de preço de qualquer medicamento sintético a Aloé oferece uma vasta seleção de princípios ativos medicinais em forma orgânica e já conjugada com os elementos que auxiliam no uso destas substâncias. Seus benefícios amplamente documentados explicam o porque desta planta ser reverenciada através de pinturas nos templos egípcios, e em diversas culturas ao longo da história. Embora a maioria apenas tenha conhecimento acerca das aplicações externas da Aloé Vera, seja na forma cosmética (pele e cabelos) ou na forma de reparo de queimaduras, a planta tem, na realidade, muito mais a oferecer. Seus benefícios quando usada internamente (ingerida) são tão ou mais significativos. Pesquisando a literatura científica disponível, percebe-se que a Aloé destaca-se como uma planta singular, com uma incrível variedade de benefícios para a saúde. Em uma única planta podemos encontrar os seguintes benefícios, ou auxílios que a mesma presta ao organismo com o propósito de:

  • Interromper o crescimento de tumores cancerígenos.
  • Reduzir os índices de colesterol ruim.
  • Dissolução de pedras nos rins e proteção contra cristalização dos oxalatos presentes no café e em alguns chás.
  • Alcalinizar o sangue, o que é especialmente útil num mundo onde se consome tanto açúcar e farinha (substâncias acidificantes).
  • Tratar úlceras, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outras desordens digestivas.
  • Reduzir a pressão sanguínea elevada tratando da causa, e não apenas dos sintomas.
  • Acelerar a cura de queimaduras físicas e radioativas.
  • Substituir dezenas de produtos de primeiros socorros, tornando obsoleto o uso de bandagens e spray bactericidas.
  • Ajudar a interromper o câncer do cólon, tratando dos intestinos e lubrificando o trato digestivo como um bálsamo.
  • Corrigir a constipação.
  • Estabilizar os níveis de açúcar no sangue
  • Prevenir e tratar as infecções causadas pela bactéria da Cândida
  • Proteger o fígado contra diversas doenças
  • Funcionar como um isotônico natural, para o equilíbrio de eletrólitos, tornando as bebidas isotônicas artificiais também obsoletas.
  • Aumentar o desempenho cardiovascular e a resistência física.
  • Hidratar a pele e acelerar sua regeneração em caso de cortes ou feridas de qualquer tipo.
  • Fluidificar o sangue que porventura esteja muito denso, grosso, ou grudento, facilitando em muito a circulação.
  • Aumentar a oxigenação sanguínea.
  • Diminuir processos inflamatórios e aliviar as dores da artrite.
  • Proteger o corpo contra o stress oxidativo.

Em todo o mundo, o Brasil foi o pioneiro em proibir o uso de suplementos que contém esta planta, demonstrando assim o avanço na compreensão e conhecimento de nossas autoridades responsáveis. Felizmente, AINDA é possível extrair os benefícios a partir do uso da própria planta, extraindo o gel de dentro de sua casca e preparando-o em sucos ou shakes. O processo em si é fácil e rápido, requerendo apenas alguns cuidados e atenções. Ao final deste artigo apresento um guia prático com fotos para a extração caseira do gel. Você pode encontrar com certa facilidade as folhas de Aloe em feiras livres (barracas de ervas), mercados municipais e lojas especializadas. seu gel densamente nutritivo e hidratante dos sedentos micro predadores do deserto. Além de conter água e propriedades regenerativas, este gel é composto de centenas de fito químicos que concedem notáveis efeitos medicinais aos humanos que o ingerem. Muitos especialistas afirmam que cerca de 60% dos princípios ativos sintéticos encontrados nos medicamentos sintéticos de farmácia encontram-se em versão orgânica e superior no gel da Aloe. Por este motivo, diversas empresas ao redor do mundo se empenharam em criar linhas de produtos como o suco de Aloe Vera. O efeito da folha na prevenção e tratamento de sintomas diversos é potente, real e cientificamente comprovado por centenas de estudos.

O que há no gel da Aloe Vera:

  • Água
  • 20 minerais
  • 12 vitaminas
  • 18 aminoácidos
  • 200 componentes vegetais ativos (fito nutrientes), incluindo:
    • Enzimas
    • Terpenos ( um fito nutriente que reduz o açúcar no sangue)
    • Gliconutrientes e Glicoproteinas
    • Polissacarídeos, incluindo:
      • Acemannan,
      • Mannose-6-fosfato
      • Polimannans

Glicosídeos Fenólicos, como o Dihydrocoumarins

Guia  passo a passo a extração do Gel

É simples e fácil a extração do gel da folha da Aloe Vera, que pode ser tranquilamente cultivada no quintal de sua casa, ou mesmo em um vaso, caso você more em uma casa pequena ou apartamento. Desta forma você terá sempre a mão uma das mais magníficas ervas medicinais. É um grande privilégio poder colher e consumi-la fresca. Lembrando que existem dezenas de variedades de Aloe, a que buscamos é a Aloe Barbadensis, que você pode reconhecer nas fotos como a variedade que tem folhas lisas e suculentas. Você pode encontrar estas folhas à venda em lojas de ervas ou em barracas de feira de rua. Eis o passo a passo de como retirar o gel de suas folhas. Com a prática você leva poucos segundos para executar o processo que deve idealmente fazer parte de sua rotina diária de hábitos saudáveis. Que você possa sentir e desfrutar das bênçãos desta princesa em sua qualidade de vida. 1º Passo: Escolha a folha que estiver mais abaixo de todas e, puxando-a com cuidado, remova-a da planta. Esta é normalmente grande, grossa e bem verde. Lembre-se sempre de agradecer à planta e à Natureza por lhe proporcionar saúde e vitalidade radiantes através deste nutritivo presente. Gratidão é, de acordo com os monges de diversas tradições, o mais elevado sentimento possível ao ser humano. Quanto mais grossa a folha, mais gel você obterá. Uma folha saudável tem o tamanho de um antebraço, aproximadamente. Respeite a planta que lhe fornece sua folha e nutrição, deixando o suficiente para que ela sobreviva e possa prosperar. Nunca destrua uma planta de Aloe Vera. Deixe as pequenas folhas do miolo vivas para que a planta possa continuar a se desenvolver. Depois de algum tempo você poderá colher mais de sua generosidade. Após cortar a folha, começará a escorrer no local do corte uma resina amarela que depois se torna vermelha escura. Deixe a folha na vertical e espere alguns segundos até que toda esta resina saia. Não se preocupe com a perda de gel, pois apenas a resina escorrerá. Todo o gel permanecerá intacto na folha. Note a bela e grossa camada de gel nesta folha de Aloe Vera: é este gel em que estamos interessados em utilizar. O método que mostraremos aqui consiste em tirar com uma faca a parte verde e a resina da folha, restando apenas o gel. É exatamente neste gel viscoso que estão contidos todos aqueles benefícios e que estamos interessados em obter. Já a resina vermelha escura (Alantoína), presente na parte verde da folha, não é aconselhável para a utilização interna, pois age de maneira muito intensa no organismo. Assim, enquanto o gel suaviza e regenera todo o trato digestivo, cura doenças como azias, constipações, Doença de Crohn e outras desordens digestivas; a resina vermelha, quando consumida, causa irritação e diarréia. Utilize o gel em uma nutritiva e deliciosa bebida matinal e deixe a parte verde que restar para utilização como loção hidratante para pele e cabelos. Este é um cosmético integralmente ecológico! Aqui foi cortada uma seção da folha para mostrar mais nitidamente a transparência do gel da Aloe Vera. O gel da Aloe Vera é constituído de 96% pura água! Esta água é retida por uma magnífica matriz de complexos polissacarídeos, composta por mais de 200 fito nutrientes. São destes polissacarídeos e gliconutrientes que todas as propriedades medicinais da Aloe são originados. É o que nos interessa. Um maravilhoso close da folha da Aloe Vera. Podemos ver claramente a textura do gel e da casca. O que é impossível de observar nesta e em qualquer outra foto são os esplêndidos e numerosos elementos nutritivos e medicinais! Observe neste outro closeup os pontinhos vermelhos escuros entre o gel e a pele da folha da Aloe Vera. Estes pontinhos representam o sistema circulatório da planta e é nele que se encontram a resina amarelada mencionada anteriormente. Enquanto estes pontinhos são o sistema circulatório, o gel representa o sistema de armazenamento de água da Aloe. Todos os diferentes tipos de Aloe Vera são naturalmente bactericidas e possuem habilidade regenerativa. Se a planta sofrer algum corte, ele estará cicatrizado em questão de horas! Estas impressionantes propriedades são transmitidas para aqueles que consumirem seu gel. Aloe Vera é bactericida, fungicida, e anti-viral. 2º Passo Coloque a folha sobre uma tábua de cortar alimentos. Utilize, se possível, uma faca de serra com lâmina flexível. Como benefício extra, ao manejar a Aloe Vera sobre a sua tábua de alimentos, você também irá cobri-la com uma maravilhosa camada de gel natural bactericida e fungicida! 3º Passo Primeiro corte o meio da parte côncava da folha, segurando a faca paralelamente à tabua de cortar, tentando cortar o mínimo de gel possível. Comece este corte da base da folha, a parte mais grossa, até a ponta da folha, a parte mais fina. Feito o corte, a folha ficará parecida com a figura acima. O gel ficará exposto na parte do topo da folha. 4º Passo Agora corte as duas partes restantes na folha da Aloe. Segure a faca formando um ângulo de 45º com a tábua, aproximadamente, e corte uma parte por vez, sempre da parte mais grossa para a parte mais fina. Feito isso, toda a casca de um lado da folha terá sido removida, conforme a ilustração acima. Resta somente a parte de baixo. 5º Passo Segure a faca paralela à tabua de cortar e gentilmente corte o gel da casca que está abaixo dele. Como a casca debaixo é levemente côncava, você pode pressionar levemente a folha contra a tábua para facilitar o corte. Tenha a certeza de ter retirado toda a casca do gel, pois não é aconselhável ingerir esta camada verde, ou a resina amarelada – esta pode afetar sua flora intestinal, causar alergias ou até manchar as mucosas do intestino. Note que o gel foi completamente separado da casca da Aloe Vera. (Observe atentamente a figura acima: o gel é praticamente transparente.) 6º Passo Agora você pode pegar o gel, que lembra um pedaço grande de gelatina. Isto é o que você irá comer. Se quiser, coma um pedaço do gel como está! O gosto é levemente amargo, mas quando adicionado e batido com sua bebida, ele praticamente não terá gosto. Este gel também pode ser usado quando sofrer algum corte ou ferimento, para prevenir infecções e acelerar a cicatrização. Você pode até colocar pedacinhos dentro do ferimento, em casos mais graves, para auxiliar o tratamento posterior em uma sala de emergências. É perfeito para cortes, arranhões, queimaduras. Outra imagem mostrando o gel retirado e separado da pele da folha da Aloe Vera. Isto sim é pura medicina, fornecida generosa e gratuitamente pela Mãe Natureza!

Como Utilizar?

O gel da Aloe Vera, quando extraído adequadamente, praticamente não tem gosto e portanto soma-se bem a qualquer suco ou bebida que você prepare no liquidificador. Cultive suculentas folhas de Aloe frescas em seu jardim, da espécie Barbadensis (a folha mais espessa), mostrada em todas as fotos. Para fazer uso desta planta, descasque-a com a ajuda de uma faca e jogue um pedaço do gel dentro do copo de liquidificador. Na seqüência, acrescente sua fruta ou suco preferido (pode ser suco verde, leite de castanhas….) e processe por alguns instantes. Saúde! Observações Caso você nunca tenha consumido Aloé antes, tenha a precaução de começar com pequenas porções. Reações alérgicas a Aloé Vera são muito raras, porém cautela é sempre recomendável.

17jul

Espinheira Santa

ESPINHEIRA-SANTA, UMA PLANTA REPLETA DE PROPRIEDADES [Maytenus Ilicifolia]

Muito usada na medicina popular, a planta, que já era utilizada pelos índios há muito tempo, tem esse nome por causa de suas folhas, que tem pontas, lembrando espinhos e por ser considerada um “santo remédio”! A espinheira-santa (Maytenus ilicifolia) também é chamada por outros nomes: cancorosa, cancerosa, cancorosa-de-sete-espinhos, coromilho-do-campo, erva-cancerosa, cangorça, espinho-de-Deus, limãozinho, espinheira-divina, marteno, pau-josé, maiteno, salva-vidas e sombra-de-touro.

É uma árvore de porte pequeno, chega aos cinco metros de altura, ramificada e produz pequenos frutos vermelhos. Tem fácil adaptação a solos mais úmidos, pode se desenvolver entre outras árvores, como o interior de bosques não muito densos ou a pleno sol. É ótima escolha para ações de conservação e uso sustentável.
Partes utilizadas da espinheira-santa
Costumam ser utilizadas as folhas, as cascas e as raízes da espinheira-santa no preparo de chás medicinais, infusões que tanto podem ser usadas interna quanto externamente, para tratamentos cicatrizantes de pele.

Os índios brasileiros sempre utilizavam a espinheira-santa para combater tumores e daí veio um dos seus nomes populares: erva-cancerosa. Na medicina popular, esta planta é indicada para dezenas de enfermidades, especialmente do aparelho digestivo.

Atualmente, após inúmeros estudos que comprovaram seus benefícios à saúde, a espinheira-santa passou a ser manipulada pela indústria farmacêutica na formulação de medicamentos.

Conheça seus principais benefícios:
O poder diurético da espinheira-santa ajuda a diminuir medidas
Seu poder diurético ajuda no emagrecimento

Vamos conhecer agora, quais são as mais comuns indicações de uso da espinheira-santa:

  • Combate úlcera de estômago;
  • gastrite;
  • males do aparelho digestivo;
  • trata tumores;
  • anticonceptivo;
  • antisséptico;
  • antiespasmódico;
  • diurético (acaba com a retenção de líquidos, o que ajuda a emagrecer);
  • anti asmático;
  • antitumoral;
  • laxativo;
  • ajuda a combater o vício do álcool;
  • enfermidades do fígado;
  • reduz a produção de leite nas lactantes;
  • trata a hidropisia pelo abuso do álcool;
  • abortivo.
  • cicatrizante.

O consumo desta planta é proibido às gestantes, pois pode provocar contrações uterinas e até mesmo aborto. Lactantes também não devem utilizar a planta, já que reduz a produção de leite.

Sem dúvida, a principal propriedade terapêutica da espinheira-santa está relacionada à atividade anti ulcerogênica, isto é, usada no tratamento de úlceras gástricas e pépticas np2pgmk. Foi confirmado que tanto os taninos, principalmente a epigalocatequina, quanto os óleos essenciais, em especial o fridenelol, presentes nas folhas, são responsáveis por parte dos efeitos gastroprotetores. O mecanismo de ação destes compostos está relacionado à diminuição da secreção de ácido clorídrico pelas células do estômago e ainda à atividade antimicrobiana sobre Helicobacter pylori, uma bactéria do trato gastrointestinal responsável pela formação de úlceras e inflamações gástricas.

No mercado informal de plantas é fácil encontrar espinheira-santa à venda. No entanto, pode-se observar, principalmente nas feiras livres, que a espécie oferecida não é M. ilicifolia e sim Sorocea bonplandii (Baill.) W. C. Burger, Lanj. & Boer (Moraceae) ou Zollernia ilicifolia Vogel (Leguminosae), duas das espécies mais utilizadas na adulteração da espinheira-santa. Os estudos científicos a respeito destas duas plantas ainda são escassos e pesquisas adicionais são necessárias a fim de confirmar suas propriedades medicinais corretas. Portanto, é importante sempre buscar chás de fornecedores confiáveis ou fitoterápicos registrados na ANVISA, os quais contém em sua composição folhas de M. ilicifolia, a verdadeira espinheira-santa.

14jun

Clorofila

O que é clorofila

O termo clorofila foi cunhado em 1818 pelos cientistas franceses Pelletier e Caventou. Os químicos notaram que, ao colocar folhas em álcool, uma substância verde era extraída das plantas. O nome vem do grego chloros (verde) e phyllon (folha). A palavra se refere a um grupo de pigmentos fotossintéticos produzidos nos cloroplastos (estrutura responsável pelo processo de fotossíntese) e outros tecidos vegetais.

Esses pigmentos naturais são fotorreceptores, ou seja, responsáveis pela absorção da luz. Essa luz absorvida é utilizada em reações fotoquímicas, em que as plantas captam a luz solar e a convertem em energia.

clorofila possui um íon de magnésio em seu centro e um grupo hidrocarbônico lateral, o fitol. O magnésio é um íon metálico e por essa razão a clorofila é denominada como metalobiomolécula, assim como a hemoglobina. A estrutura molecular da clorofila é muito semelhante à da hemoglobina, só que ela possui ferro em seu núcleo e a clorofila possui o magnésio. Por esse motivo, a clorofila muitas vezes é chamada de “sangue verde”.

Os diferentes tipos

As plantas têm diferentes colorações devido à presença de outros pigmentos em conjunto com a clorofila, como os carotenoides (corresponde às cores vermelha, alaranjada ou amarela). Em associação com a clorofila, os outros pigmentos, chamados de pigmentos acessórios, formam fotossistemas. Esses pigmentos acessórios captam a energia luminosa em faixas diferentes de luz e funcionam como “antenas’.

Existem quatro tipos de clorofila, denominadas de: A, B, C e D.

clorofila A é o tipo mais numeroso, encontrado em quase todos os organismos que realizam fotossíntese. Esse tipo corresponde a cerca de 75% de todos os pigmentos verdes encontrados.

A concentração de clorofila B é maior em plantas sombreadas, pois esse tipo aumenta os comprimentos de onda de luz que a planta consegue captar. A clorofila B pode ser encontrada em plantas, algas verdes e euglenófitas (algas unicelulares). As clorofilas A e B são muito similares em sua composição e encontram-se na terra na proporção de 3:1, respectivamente.

Já a clorofila C é presente em alguns grupos como diatomáceas, dinoflagelados e algas pardas. O último tipo, a clorofila D é presente em algas vermelhas. Os tipos de clorofila captam a luz com mais eficiência em diferente faixas do espectro da luz visível.

A maioria das folhas muda de cor durante o inverno e isso acontece pela diminuição na quantidade de clorofila. Os pigmentos acessórios não variam significativamente e, por isso, suas cores passam a ser vistas, tornando as folhas geralmente amareladas.

Alimentação

clorofila

clorofila faz parte de nossa dieta sempre que ingerimos vegetais, especialmente os verdes. Como regra usual, quanto mais verdinha a planta for, mais ela contém clorofila. Por isso, sinta-se livre para abusar de ervas e vegetais verdes como couve, espinafre, acelga, brócolis, salsa, agrião e rúcula, além de spirulina ou chlorella, que possuem altas concentrações de clorofila.

O processo de cozimento ou desidratação causa mudanças químicas na estrutura da clorofila. Sopas instantâneas, condimentos ou alimentos secos possuem menor quantidade da substância. Com o aumento da temperatura empregada, a concentração de clorofila diminui e concomitantemente aumenta a quantidade de feofitinas. É assim que o pH natural do vegetal diminui e a cor verde escura da clorofila dá lugar para a cor verde amarelada das feofitinas. Para evitar esse processo, e manter a cor escura dos vegetais, você pode cozinhá-los rapidamente ou acrescentar bicarbonado de sódio durante sua preparação.

A alga unicelular de água doce chlorella e a cianobactéria spirulina são muito ricas em clorofila e são verdadeiros tesouros de micronutrientes. Dez gramas de uma chlorella contêm cerca de 280 mg de clorofila, e a mesma quantidade de spirulina conta com cerca de 115 mg. O suplemento de chlorella é o número um em vendas de suplemento alimentar no Japão.

Existem diversos tipos de suplementos que prometem oferecer os benefícios da clorofila em formato de cápsulas, tabletes e clorofilina líquida concentrada. A clorofilina líquida é muito utilizada diluída em sucos diversos.

suco de clorofila é muito popular e você provavelmente já viu para vender nas casas de suco do seu bairro. Ele é riquíssimo em fibras e por isso oferece saciedade, auxiliando em dietas. As fibras causam uma melhoria dos níveis de glicemia e do perfil lipídico no sangue. Uma alimentação rica em fibras ajuda no combate à diabetes e no controle do colesterol alto. O suco ainda auxilia na digestão e no trânsito intestinal.

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Além disso, as folhas utilizadas para a preparação do suco contêm uma grande variedade de enzimas, carotenoides, vitaminas como o ácido fólico e minerais. Uma delas é a vitamina A, que melhora o sistema imunológico e atua na saúde dos ossos, músculos, pele, mucosa e visão.

Outra bebida popular muito rica em clorofila é o matcha. A bebida é servida em cerimônias do chá e ganhou popularidade por sua ação termogênica e emagrecedora. O chá acelera o metabolismo e tem uma habilidade diurética grande, auxiliando na perda de peso.

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As folhas de Camellia sinensis que são usadas no matcha são escolhidas a dedo, secas e moídas num moinho de pedra que gira muito lentamente. Esse processo gera um pó muito fino e com grande concentração de clorofila.

Benefícios para a saúde

alimentação clorofila

clorofila é uma boa fonte de nutrientes antioxidantes, como vitaminas A, C e E. Esses nutrientes ajudam a neutralizar os radicais livres no corpo – essas partículas podem causar danos para as células saudáveis. A substância verde aumenta a oxigenação e entrega de nutrientes para nossas células.

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Estudos associam a ingestão de clorofila com o aumento da produção de hemoglobina, sendo indicada no tratamento de anemia crônica. Outros benefícios à saúde associados à clorofila incluem a melhoria do odor corporal, tratamento para condições anti-inflamatórias e, devido ao seu teor de magnésio, alívio de nervosismo e controle da pressão arterial.

Nas utilizações da clorofila estão as de corantes naturais e antioxidantes. A clorofilina cúprica é um derivado sintético da clorofila, que é comumente utilizada como aditivo nos alimentos, conferindo a coloração verde. Além desse uso, o corante vem sendo empregado em produtos farmacêuticos e suplementos alimentares. Na medicina alternativa, é utilizada como cicatrizante, desodorizante e outros. Os efeitos biológicos desse corante têm sido estudados e as pesquisas demonstram fatores antimutagênico, anticarcinogênico, antioxidante e radioprotetor.

Segundo um estudo da American Chemical Society, a clorofila tem efeitos anti-inflamatórios e antioxidativos, pois tem a capacidade de melhorar a habilidade de linfócitos humanos em resistir o dano oxidativo induzido por água. Dessa forma, seria capaz de prevenir o processo da aterosclerose e de doenças crônicas não transmissíveis.

clorofila contribui para a ingestão de nossa necessidade diária de magnésio, que é essencial para o nosso corpo e sua deficiência pode gerar sérias complicações.

Pesquisas demonstraram que a clorofilina reduz a biodisponibilidade (porcentual de aproveitamento do organismo de alguma substância) de químicos cancerígenos. Outra pesquisa, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), aponta a clorofilina como antiviral e inibidora da multiplicação de poliovírus, o vírus da poliomelite.

Uma publicação da Universidade de Oxford demonstra os efeitos benéficos à saúde das clorofilas por suas propriedades antimutagênicas e antigenotóxicas. Nela, a clorofila está descrita como quimiopreventiva por desativar possíveis carcinógenos no trato digestivo e impedir sua absorção. Além disso, o estudo aponta que a clorofila pode inibir a progressão de tumores. Outro estudo da Universidade de Oxford demonstrou que clorofilas, clorofilinas e porfirinas são indutores de genes citoprotetores de fase 2, que são responsáveis por proteger as células contra danos oxidativos, bem como do início e progressão do câncer.
14jun

Os benefícios do Inhame

A muito tempo, o inhame tem sido usado na cura de diversas doenças. Ele é um excelente depurativo do sangue e nos protege também de doenças transmitidas por mosquitos como a malária, dengue e febre amarela. E muitas mulheres usam com sucesso o inhame para tratar dos males da TPM, pois ele alivia os sintomas e regula o fluxo menstrual. O inhame contém fósforo, ferro, cálcio, vitaminas B1 e B5. Ele fica delicioso em caldos, sopas e tem uma textura muito gostosa. Valor calórico: 100gr de inhame nos fornece 70 calorias. Outros benefícios do inhame:

AJUDA NO CONTROLE DE PESO Os hidratos de carbono e a fibra do inhame retardam a taxa com que os açúcares são liberados e absorvidos pela corrente sanguínea. Além disso, por ser rico em fibras, quando ingerido dá uma sensação de saciedade. E mais uma vantagem, o inhame é uma boa fonte de manganésio, um mineral que ajuda no metabolismo dos hidratos de carbono e é um cofator de várias enzimas importantes na produção de energia e de defesas antioxidantes.

LIMPA O SANGUE É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século, já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.

REDUZ O RISCO DE DOENÇA CARDÍACA O inhame é uma boa fonte de vitamina B6. A vitamina B6 é necessária para o corpo a eliminar uma substância chamada homocisteína, que pode danificar as paredes dos vasos sanguíneos. Uma ingestão frequente de vitamina B6 reduz o risco de doença cardíaca. O inhame é uma boa fonte de potássio, um mineral que ajuda a controlar a pressão arterial. A baixa ingestão de alimentos ricos em potássio, especialmente quando combinada com uma alta ingestão de sódio, pode provocar hipertensão.

FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.

AJUDA CONTRA ESPASMOS Seus usos tradicionais incluem o tratamento de cólicas, espasmos musculares, asma. As suas propriedades antiespasmódicas e anti-inflamatórias tornam-no útil para tratar cãibras no estômago.

EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.

AJUDA NA MENOPAUSA Muitos consumidores têm encontrado produtos no mercado de inhame selvagem ou de extratos de inhame selvagem, como substâncias que podem ajudar a proporcionar uma alternativa natural para reposição hormonal em mulheres que tenham atingido a idade da menopausa. Muitos desses produtos são fornecidos na forma de cremes que podem ser aplicados topicamente. Também gostaríamos de acrescentar algumas informações sobre o inhame e a vitamina B6. A vitamina B6 tem sido um suplemento popular que diz respeito ao síndroma pré-menstrual (SPM) em mulheres, especialmente em conjunto com a depressão que pode ser desencadeada pela SPM. Uma xícara de inhame em cubos cozidos contém 15,5% do valor diário da vitamina B6 e, por isso, consideramos o inhame como uma “boa” fonte dessa vitamina.

SUGESTÕES DE CONSUMO:

SUCO – Ingredientes 1 maçã. 1 limão. 1 inhame pequeno ou metade de um médio da variedade conhecida como japonês ou paulista (veja a foto). Meio litro de água. Se quiser adoçar, use mel ou açúcar mascavo. Preparo Esprema o limão, pique o inhame e a maçã. Bata tudo no liquidificador e sirva com ou sem gelo. O suco pode ser consumido diariamente. (Se der coceira nas mãos na hora de descascar, passe um pouco de óleo ou lave com água bem salgada e não use esse inhame, pois ele não serve para ser consumido cru.)

SALADA DE INHAME – Rale um inhame cru e tempere com sal marinho e limão ou com molho de soja. (Se der coceira nas mãos na hora de descascar, passe um pouco de óleo ou lave com água bem salgada e não use esse inhame, pois ele não serve para ser consumido cru.)

PURÊ DE INHAME – Depois de cozinhar os inhames no vapor ou na água, solte a casca e amasse com um garfo; junte um pouquinho de manteiga e de sal marinho, ou molho de soja, e misture bem. Só precisa ir ao fogo de novo se for para esquentar. ENGROSSANDO O CALDO – Cozinhe um ou dois inhames junto com o feijão. Eles desmancham e o caldo fica bem grosso.

14jun

O fígado, a nascente das emoções

Fígado na visão Medicina Tradicional Chinesa

OS 5 SISTEMAS EXCRETORES.

O Fígado na visão Medicina Tradicional Chinesa.

* Fígado: onde nasce o verdadeiro equilíbrio emocional. Observe a proximidade do fígado com o coração e pulmões.
Na visão da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) o fígado, do ponto de vista energético, está estreitamente envolvido com a vesícula biliar (postura e decisões), mas também com os olhos (sentido da visão), ombros, joelhos e tendões (flexibilidade), unhas, seios e todo o aparelho reprodutor feminino.

Na MTC se diz que o fígado é o órgão mais importante para a mulher, assim como o rim o é para o homem. Praticamente todo o sistema reprodutor feminino é regido pelo fígado, responsável por alterações no ciclo menstrual, presença de cistos de ovário, miomas uterinos, corrimentos ou prurido vaginais, alterações da libido como frigidez e impotência. O fígado é responsável por manter o livre fluxo da energia total do corpo. Como o movimento do sangue segue o movimento da energia, dizemos que o fígado direciona a circulação do sangue e regula também o ciclo menstrual.
Mas seu papel mais importante, é sem dúvida, sobre o equilíbrio emocional.
É o livre fluir da energia do fígado que vai nos permitir responder vitoriosamente aos desafios da vida, aos estímulos emocionais e afetivos, 24 horas por dia, cada segundo de nossa vida, sem parar. Daí começa a responsabilidade e respeito que devemos ter pelo nosso fígado e sistema hepático.
E, já podemos deduzir sobre o desgaste intenso ao qual este sistema é submetido no cotidiano da vida moderna. Pouco se sabe sobre sua importância e como auxiliar, ser cúmplice, do fígado nesta missão existencial: equilíbrio emocional e afetivo. Visão, flexibilidade, postura e decisões. Pelo contrário, só pela má alimentação e sedentarismo, a cultura ocidental faz de tudo para fragilizar o sistema hepático. Os maus hábitos alimentares e de vida levam ao seu desequilíbrio funcional, que leva ao desequilíbrio emocional, que desencadeia mais maus hábitos alimentares e de vida.

Este desequilíbrio energético pode se manifestar de várias formas. Dependendo da sua localização: insônia, enxaqueca, hipertensão, problemas digestivos, TPM, etc. Os problemas ligados ao fígado podem ser por falta ou por excesso de energia circulante. Um bom exemplo de excesso é a raiva, mais exatamente a raiva reprimida e, num quadro de vazio energético, temos a procrastinação e o medo paralisante ou síndrome de pânico. A estagnação do fluxo de energia do fígado freqüentemente desequilibra o emocional, produzindo sentimentos de frustração e ira. Essas mesmas emoções podem levar a uma disfunção no fígado, resultando em um ciclo interminável de causa e efeito. Como todas as emoções, boas ou más, passam pelo fígado, não devemos reprimi-las infinitamente.

A repressão das emoções provoca um bloqueio da energia que leva ao excesso de calor no fígado. Cabe uma distinção entre sentimento e emoção. Os sentimentos geralmente fortalecem os órgãos e servem como mecanismos de defesa para o organismo. Uma certa irritação que nos leva a reagir diante de um ataque ou quando nos sentimos lesados, é diferente da raiva que é cega e destrutiva. Os olhos são a manifestação externa do fígado. Em outras palavras, o fígado rege o sentido da visão. Assim, patologias da visão irão sinalizar alguma alteração no fígado. As mais comuns são: conjuntivites, olhos vermelhos sem processo inflamatório, coceiras, “vista” seca, visão fraca, embaçada ou borrada, terçol, pontos brilhantes que aparecem no campo visual e outros. A lágrima é a secreção interna que ajuda a aliviar o fígado.

Cuidado com olhos secos. Daí vem a importância do exercício de “piscar os olhos” (sempre – não esquecer) e de não reprimir o choro, embora nem sempre seja conveniente socialmente. Mas, acredite, conter o choro faz mal à saúde. Ah! Uma forma divertida de chorar/lacrimejar é deixando o riso fluir, acontecer no seu dia-a-dia, na sua vida. As unhas são outra manifestação externa das condições do fígado, e as suas deformidades ou a presença de micose sugerem algum comprometimento do fígado ou desequilíbrio prolongado da sua energia. O fígado rege as articulações do ombro e joelhos e também os tendões de modo geral. Assim sendo, as bursites e dores nos joelhos sem causa aparente, são sinais de comprometimento da energia do fígado. As tendinites e os estiramentos freqüentes também estão neste quadro. Todo órgão está associado a uma víscera que, no caso do fígado, é a vesícula biliar. Resumidamente, a vesícula atua mantendo o equilíbrio postural. Todos os quadros de tonturas, vertigens, labirintites estão ligados a ela. Rege a articulação tempero mandibular (ATM). Todas as tensões que ficam retidas no fígado podem ser descarregadas nesta região e produzir o bruxismo, que é um quadro de ranger os dentes, que se manifesta mais freqüentemente durante o sono. Metafisicamente a vesícula biliar comanda a capacidade de tomarmos decisões assertivas. Uma vesícula desequilibrada se manifestará na forma de indecisões ou mesmo desorientações, perda de rumo.

E, para resumir e partir o mais rápido para a ação de cumplicidade “de bem com o fígado”: – desintoxicar-se diariamente com o aumento do consumo dos alimentos de origem vegetal, maduros, crus, idealmente orgânicos e integrais; – desintoxicar-se diariamente praticando a terapia do riso, as brincadeiras, as artes, o lazer; – praticar atividade física moderada diariamente. Vocês não têm noção de como este hábito é vital para o livre fluxo de energia do fígado; – os sabores ácido e amargo, assim como os alimentos de cor verde são os maiores aliados do fígado. Entretanto, na primavera, evite exagerar nos sabores ácidos e picantes. – evitar intoxicar-se com alimentos muito gordurosos (pela qualidade, gordura animal e óleos refinados, como pela quantidade), frituras, açúcar, café e álcool; – evitar vida sedentária e estressante, o mau humor, ilusões e grandes expectativas. Medite e viva na REAL.

Fontes: Alimentação Desintoxicante – Conceição Trucom –

14jun

Como extrair o gel do Aloé vera (babosa)

Guia  passo a passo a extração do Gel da nossa especial Babosa.

Importante: Não use a Babosa sem antes deixa-la em agua por umas 3horas, depois um pouco em água corrente

É simples e fácil a extração do gel da folha da Aloe Vera, que pode ser tranquilamente cultivada no quintal de sua casa, ou mesmo em um vaso, caso você more em uma casa pequena ou apartamento. Desta forma você terá sempre a mão uma das mais magníficas ervas medicinais. É um grande privilégio poder colher e consumi-la fresca.

Lembrando que existem dezenas de variedades de Aloe, a que buscamos é a Aloe Barbadensis, que você pode reconhecer nas fotos como a variedade que tem folhas lisas e suculentas. Você pode encontrar estas folhas à venda em lojas de ervas ou em barracas de feira de rua.

Eis o passo a passo de como retirar o gel de suas folhas. Com a prática você leva poucos segundos para executar o processo que deve idealmente fazer parte de sua rotina diária de hábitos saudáveis. Que você possa sentir e desfrutar das bênçãos desta princesa em sua qualidade de vida.

1º Passo:

Escolha a folha que estiver mais abaixo de todas e, puxando-a com cuidado, remova-a da planta. Esta é normalmente grande, grossa e bem verde. Lembre-se sempre de agradecer à planta e à Natureza por lhe proporcionar saúde e vitalidade radiantes através deste nutritivo presente. Gratidão é, de acordo com os monges de diversas tradições, o mais elevado sentimento possível ao ser humano.

Quanto mais grossa a folha, mais gel você obterá. Uma folha saudável tem o tamanho de um antebraço, aproximadamente. Respeite a planta que lhe fornece sua folha e nutrição, deixando o suficiente para que ela sobreviva e possa prosperar. Nunca destrua uma planta de Aloe Vera. Deixe as pequenas folhas do miolo vivas para que a planta possa continuar a se desenvolver. Depois de algum tempo você poderá colher mais de sua generosidade.

Após cortar a folha, começará a escorrer no local do corte uma resina amarela que depois se torna vermelha escura. Deixe a folha na vertical e espere alguns segundos até que toda esta resina saia. Não se preocupe com a perda de gel, pois apenas a resina escorrerá. Todo o gel permanecerá intacto na folha.

Note a bela e grossa camada de gel nesta folha de Aloe Vera: é este gel em que estamos interessados em utilizar. O método que mostraremos aqui consiste em tirar com uma faca a parte verde e a resina da folha, restando apenas o gel.

É exatamente neste gel viscoso que estão contidos todos aqueles benefícios e que estamos interessados em obter. Já a resina vermelha escura (Alantoína), presente na parte verde da folha, não é aconselhável para a utilização interna, pois age de maneira muito intensa no organismo.

Assim, enquanto o gel suaviza e regenera todo o trato digestivo, cura doenças como azias, constipações, Doença de Crohn e outras desordens digestivas; a resina vermelha, quando consumida, causa irritação e diarréia.

Utilize o gel em uma nutritiva e deliciosa bebida matinal e deixe a parte verde que restar para utilização como loção hidratante para pele e cabelos. Este é um cosmético integralmente ecológico!

Aqui foi cortada uma seção da folha para mostrar mais nitidamente a transparência do gel da Aloe Vera.

O gel da Aloe Vera é constituído de 96% pura água! Esta água é retida por uma magnífica matriz de complexos polissacarídeos, composta por mais de 200 fito nutrientes. São destes polissacarídeos e gliconutrientes que todas as propriedades medicinais da Aloe são originados. É o que nos interessa.

Um maravilhoso close da folha da Aloe Vera. Podemos ver claramente a textura do gel e da casca.

O que é impossível de observar nesta e em qualquer outra foto são os esplêndidos e numerosos elementos nutritivos e medicinais!

Observe neste outro closeup os pontinhos vermelhos escuros entre o gel e a pele da folha da Aloe Vera. Estes pontinhos representam o sistema circulatório da planta e é nele que se encontram a resina amarelada mencionada anteriormente. Enquanto estes pontinhos são o sistema circulatório, o gel representa o sistema de armazenamento de água da Aloe.

Todos os diferentes tipos de Aloe Vera são naturalmente bactericidas e possuem habilidade regenerativa. Se a planta sofrer algum corte, ele estará cicatrizado em questão de horas!

Estas impressionantes propriedades são transmitidas para aqueles que consumirem seu gel. Aloe Vera é bactericida, fungicida, e anti-viral.

2º Passo

Coloque a folha sobre uma tábua de cortar alimentos. Utilize, se possível, uma faca de serra com lâmina flexível.

Como benefício extra, ao manejar a Aloe Vera sobre a sua tábua de alimentos, você também irá cobri-la com uma maravilhosa camada de gel natural bactericida e fungicida!

3º Passo

Primeiro corte o meio da parte côncava da folha, segurando a faca paralelamente à tabua de cortar, tentando cortar o mínimo de gel possível. Comece este corte da base da folha, a parte mais grossa, até a ponta da folha, a parte mais fina.

Feito o corte, a folha ficará parecida com a figura acima. O gel ficará exposto na parte do topo da folha.

4º Passo

Agora corte as duas partes restantes na folha da Aloe. Segure a faca formando um ângulo de 45º com a tábua, aproximadamente, e corte uma parte por vez, sempre da parte mais grossa para a parte mais fina.

Feito isso, toda a casca de um lado da folha terá sido removida, conforme a ilustração acima. Resta somente a parte de baixo.

5º Passo

Segure a faca paralela à tabua de cortar e gentilmente corte o gel da casca que está abaixo dele. Como a casca debaixo é levemente côncava, você pode pressionar levemente a folha contra a tábua para facilitar o corte.

Tenha a certeza de ter retirado toda a casca do gel, pois não é aconselhável ingerir esta camada verde, ou a resina amarelada – esta pode afetar sua flora intestinal, causar alergias ou até manchar as mucosas do intestino.

Note que o gel foi completamente separado da casca da Aloe Vera. (Observe atentamente a figura acima: o gel é praticamente transparente.)

6º Passo

Agora você pode pegar o gel, que lembra um pedaço grande de gelatina. Isto é o que você irá comer. Se quiser, coma um pedaço do gel como está! O gosto é levemente amargo, mas quando adicionado e batido com sua bebida, ele praticamente não terá gosto.

Este gel também pode ser usado quando sofrer algum corte ou ferimento, para prevenir infecções e acelerar a cicatrização. Você pode até colocar pedacinhos dentro do ferimento, em casos mais graves, para auxiliar o tratamento posterior em uma sala de emergências. É perfeito para cortes, arranhões, queimaduras.

Outra imagem mostrando o gel retirado e separado da pele da folha da Aloe Vera. Isto sim é pura medicina, fornecida generosa e gratuitamente pela Mãe Natureza!

Como Utilizar?

O gel da Aloe Vera, quando extraído adequadamente, praticamente não tem gosto e portanto soma-se bem a qualquer suco ou bebida que você prepare no liquidificador.

Cultive suculentas folhas de Aloe frescas em seu jardim, da espécie Barbadensis (a folha mais espessa), mostrada em todas as fotos.

Para fazer uso desta planta, descasque-a com a ajuda de uma faca e jogue um pedaço do gel dentro do copo de liquidificador. Na seqüência, acrescente sua fruta ou suco preferido (pode ser suco verde, leite de castanhas….) e processe por alguns instantes. Saúde!

Observações

Caso você nunca tenha consumido Aloe antes, tenha a precaução de começar com pequenas porções. Reações alérgicas a Aloe Vera são muito raras, porém cautela é sempre recomendável.

14jun

A aloé vera

Atualmente suas propriedades mais conhecidas são as cosméticas, seja na pele ou nos cabelos, atuando como bactericida, cicatrizante e como um hidratante de alta capacidade que ajuda a rejuvenescer tecidos lesionados por queimaduras. Ela também cria um filme protetor que ajuda o organismo a reter mais água e se manter bem hidratado, mesmo sob o calor do Sol escaldante no deserto. Ou seja, a Aloe é excelente para se passar na pele antes de se expor ao sol, pois além de proteger contra a desidratação, atua como um protetor contra queimaduras que é livre de químicos artificiais.

Existem ainda outros fatores altamente benéficos que ainda são pouco conhecidos pela maioria da população. Listamos a seguir alguns deles, em conjunto com links de estudos científicos para referência.

Uma vez que não há dinheiro ou lucro nas pesquisas que envolvem a Aloé Vera (ela é uma planta, não um composto que pode ser patenteado e comercializado), seus grandes e múltiplos benefícios permanecerão ocultos aos olhos da ciência tradicional. Muitos dos impressionantes efeitos e funcionalidades das ervas ainda não foram estudados, justamente devido a este simples motivo: não há lucro que motive o patrocínio e suporte a estes estudos. Portanto, não fique esperando que os cientistas resolvam “provar” que a Aloé Vera tenha todos estes benefícios. Ao invés disto, experimente por você mesmo e comprove-os.

Redução de processos inflamatórios no organismo:

Usar Aloe topicamente é uma maneira bem conhecida de reduzir a inflamação nas juntas, reduzindo as dores da artrite. Entretanto, a Aloe também pode ser utilizada internamente, reduzindo a inflamação ao longo do corpo, de dentro para fora. É comum às pessoas que ingerem Aloe por pelo menos duas semanas uma significativa redução de seus sintomas de inflamação.

Estabilização da glicemia sanguínea em diabéticos:

Pacientes diabéticos que consumiram Aloe Vera por três meses apresentaram uma queda significativa em picos elevados de açúcar no sangue. Eles também exibiram diminuição dos níveis de colesterol e considerável melhora nos níveis totais de colesterol. Vários estudos clínicos publicados demonstraram diversas propriedades na Aloé que favorecem os diabéticos.

Diabéticos também podem se beneficiar em grande medida do melhoramento da qualidade do sangue proporcionado pela Aloé (veja a seguir). Uma vez que Aloé deixa o sangue mais fluido, melhorando a circulação até as extremidades corporais, os diabéticos que sofrem de neuropatia periférica (mãos e pés que necrosam por falta de circulação) podem se beneficiar muito deste efeito da Aloé.

Equilíbrio do Colesterol e Triglicérides

Quando utilizado internamente, o gela da Aloe melhora a qualidade do sangue e ajuda no reequilíbrio de sua bioquímica de tal maneira que reduz o alto índice de colesterol ruim e triglicérides em pessoas que os apresentam. Aloe (em doses generosas), em conjunção com outros alimentos e ervas naturais, são uma alternativa bem mais segura e econômica do que o uso de drogas estatinas, que já demonstraram diversos efeitos colaterais nocivos, tais como reduzir as reservas da enzima CoQ10 do organismo.

Tratamento de úlceras, síndrome do intestino irritável, doenças de Chron e doenças celíacas

Os polissacarídeos da planta tem efeito regenerativo em numerosas desordens digestivas. Numa curta pesquisa pela Internet você pode encontrar uma vasta quantidade de depoimentos e testemunhos sobre a Aloe Vera curando estas e outras enfermidades do trato digestivo. Esta é uma das mais bem conhecidas aplicações do gel.

A Aloe não é uma cura “mágica” , nem seu efeito é instantâneo. Para reverter os sintomas se faz necessário a utilização regular por várias semanas ou mesmo meses. Ainda assim, muitas pessoas relatam melhora dos sintomas dentro do período de 3 a 30 dias, dependendo da condição.

Contém alto teor de Acemannan, um fortalecedor imunológico natural

Acemannan estimula a movimentação dos órgãos digestivos e contribui para a eliminação, pelo intestino grosso, de proteínas estranhas, causadora de alergias. Acemannan tem efeito direto sobre as células do sistema imunológico. Ativa e estimula macrófagos, monócitos, anticorpos e também linfócitos T (células cujo papel é aumentar a resistência imunológica do organismo).

Aloe fortalece a imunologia e destrói tumores cancerígenos

Pesquisas científicas como o estudo publicado na International Immunophamacology (1995), mostram que os polissacarídeos presentes em seu gel possuem uma elevada capacidade de fortalecer a imunologia, especialmente os leucócitos Natural Killer, especialistas na destruição de tumores cancerígenos.

Qualquer um que deseja prevenir ou curar-se de câncer deveria seriamente investigar a Aloé Vera como parte de sua receita para eliminar esta doença de sua vida. Não é preciso se restringir a Aloé, uma vez que existem dezenas de ferramentas para curar o câncer que são bem conhecidas na medicina naturopática. Combinando as ervas certas (como a unha de gato), Super Alimentos (como Spirulina) e trabalhando com terapias avançadas em diversas modalidades (como vitamina C intravenosa e oxigenação do Sangue) é possível obter resultados muito positivos. Procure um naturopata qualificado para saber mais detalhes.

14jun

A babosa, a rainha das plantas medicinais

Aloe Vera, ou Babosa, é realmente uma das principais dádivas do Reino Vegetal. Se todos soubessem os importantes benefícios nutricionais e medicinais que ela guarda dentro de suas folhas, provavelmente haveria um pequeno jardim de Aloe em cada residência. E definitivamente as farmácias venderiam menos medicamentos.

Quando estudamos todo o potencial que esta planta tem a oferecer, torna-se simples compreender o porque da ANVISA (Agência nacional de vigilância sanitária) ter proibido no Brasil a comercialização de produtos que contenham a mesma em sua composição. Afinal, como todo bom órgão governamental, é necessário que esta preste tributo e obediência aos “patrocinadores”, no caso a indústria farmacêutica.

Por uma fração de preço de qualquer medicamento sintético a Aloe oferece uma vasta seleção de princípios ativos medicinais em forma orgânica e já conjugada com os elementos que auxiliam no uso destas substâncias. Seus benefícios amplamente documentados explicam o porque desta planta ser reverenciada através de pinturas nos templos egípcios, e em diversas culturas ao longo da história.

Embora a maioria apenas tenha conhecimento acerca das aplicações externas da Aloe Vera, seja na forma cosmética (pele e cabelos) ou na forma de reparo de queimaduras, a planta tem, na realidade, muito mais a oferecer. Seus benefícios quando usada internamente (ingerida) são tão ou mais significativos.

Pesquisando a literatura científica disponível, percebe-se que a Aloe destaca-se como uma planta singular, com uma incrível variedade de benefícios para a saúde. Em uma única planta podemos encontrar os seguintes benefícios, ou auxílios que a mesma presta ao organismo com o propósito de:

  • Interromper o crescimento de tumores cancerígenos.
  • Reduzir os índices de colesterol ruim.
  • Dissolução de pedras nos rins e proteção contra cristalização dos oxalatos presentes no café e em alguns chás.
  • Alcalinizar o sangue, o que é especialmente útil num mundo onde se consome tanto açúcar e farinha (substâncias acidificantes).
  • Tratar úlceras, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outras desordens digestivas.
  • Reduzir a pressão sanguínea elevada tratando da causa, e não apenas dos sintomas.
  • Acelerar a cura de queimaduras físicas e radioativas.
  • Substituir dezenas de produtos de primeiros socorros, tornando obsoleto o uso de bandagens e sprays bactericidas.
  • Ajudar a interromper o câncer do cólon, tratando dos intestinos e lubrificando o trato digestivo como um bálsamo.
  • Corrigir a constipação.
  • Estabilizar os níveis de açúcar no sangue
  • Previnir e tratar as infecções causadas pela bactéria da Cândida
  • Proteger o fígado contra diversas doenças
  • Funcionar como um isotônico natural, para o equilíbrio de eletrólitos, tornando as bebidas isotônicas artificiais também obsoletas.
  • Aumentar o desempenho cardiovascular e a resistência física.
  • Hidratar a pele e acelerar sua regeneração em caso de cortes ou feridas de qualquer tipo.
  • Fluidificar o sangue que porventura esteja muito denso, grosso, ou grudento, facilitando em muito a circulação.
  • Aumentar a oxigenação sanguínea.
  • Diminuir processos inflamatórios e aliviar as dores da artrite.
  • Proteger o corpo contra o stress oxidativo.

Em todo o mundo, o Brasil foi o pioneiro em proibir o uso de suplementos que contém esta planta, demonstrando assim o avanço na compreensão e conhecimento de nossas autoridades responsáveis.

Felizmente, AINDA é possível extrair os benefícios a partir do uso da própria planta, extraindo o gel de dentro de sua casca e preparando-o em sucos ou shakes. O processo em si é fácil e rápido, requerendo apenas alguns cuidados e atenções. Ao final deste artigo apresento um guia prático com fotos para a extração caseira do gel.

Você pode encontrar com certa facilidade as folhas de Aloe em feiras livres (barracas de ervas), mercados municipais e lojas especializadas.

Clique em um dos links para se aprofundar no assunto:

  • O Lírio do deserto: Aloe Vera na história da humanidade
  • Benefícios e estudos que os comprovam
  • Guia com fotos para extração do gel de Aloe
  • Como utilizar o gel na alimentação

seu gel densamente nutritivo e hidratante dos sedentos micro predadores do deserto.

Além de conter água e propriedades regenerativas, este gel é composto de centenas de fito químicos que concedem notáveis efeitos medicinais aos humanos que o ingerem. Muitos especialistas afirmam que cerca de 60% dos princípios ativos sintéticos encontrados nos medicamentos sintéticos de farmácia encontram-se em versão orgânica e superior no gel da Aloe. Por este motivo, diversas empresas ao redor do mundo se empenharam em criar linhas de produtos como o suco de Aloe Vera. O efeito da folha na prevenção e tratamento de sintomas diversos é potente, real e cientificamente comprovado por centenas de estudos.

O que há no gel da Aloe Vera:

  • Água
  • 20 minerais
  • 12 vitaminas
  • 18 aminoácidos
  • 200 componentes vegetais ativos (fito nutrientes), incluindo:
    • Enzimas
    • Terpenos ( um fito nutriente que reduz o açúcar no sangue)
    • Gliconutrientes e Glicoproteinas
    • Polissacarídeos, incluindo:
      • Acemannan,
      • Mannose-6-fosfato
      • Polimannans
  • Glicosídeos Fenólicos, como o Dihydrocoumarins

    Guia  passo a passo a extração do Gel

    É simples e fácil a extração do gel da folha da Aloe Vera, que pode ser tranquilamente cultivada no quintal de sua casa, ou mesmo em um vaso, caso você more em uma casa pequena ou apartamento. Desta forma você terá sempre a mão uma das mais magníficas ervas medicinais. É um grande privilégio poder colher e consumi-la fresca.

    Lembrando que existem dezenas de variedades de Aloe, a que buscamos é a Aloe Barbadensis, que você pode reconhecer nas fotos como a variedade que tem folhas lisas e suculentas. Você pode encontrar estas folhas à venda em lojas de ervas ou em barracas de feira de rua.

    Eis o passo a passo de como retirar o gel de suas folhas. Com a prática você leva poucos segundos para executar o processo que deve idealmente fazer parte de sua rotina diária de hábitos saudáveis. Que você possa sentir e desfrutar das bênçãos desta princesa em sua qualidade de vida.

    1º Passo:

    Escolha a folha que estiver mais abaixo de todas e, puxando-a com cuidado, remova-a da planta. Esta é normalmente grande, grossa e bem verde. Lembre-se sempre de agradecer à planta e à Natureza por lhe proporcionar saúde e vitalidade radiantes através deste nutritivo presente. Gratidão é, de acordo com os monges de diversas tradições, o mais elevado sentimento possível ao ser humano.

    Quanto mais grossa a folha, mais gel você obterá. Uma folha saudável tem o tamanho de um antebraço, aproximadamente. Respeite a planta que lhe fornece sua folha e nutrição, deixando o suficiente para que ela sobreviva e possa prosperar. Nunca destrua uma planta de Aloe Vera. Deixe as pequenas folhas do miolo vivas para que a planta possa continuar a se desenvolver. Depois de algum tempo você poderá colher mais de sua generosidade.

    Após cortar a folha, começará a escorrer no local do corte uma resina amarela que depois se torna vermelha escura. Deixe a folha na vertical e espere alguns segundos até que toda esta resina saia. Não se preocupe com a perda de gel, pois apenas a resina escorrerá. Todo o gel permanecerá intacto na folha.

    Note a bela e grossa camada de gel nesta folha de Aloe Vera: é este gel em que estamos interessados em utilizar. O método que mostraremos aqui consiste em tirar com uma faca a parte verde e a resina da folha, restando apenas o gel.

    É exatamente neste gel viscoso que estão contidos todos aqueles benefícios e que estamos interessados em obter. Já a resina vermelha escura (Alantoína), presente na parte verde da folha, não é aconselhável para a utilização interna, pois age de maneira muito intensa no organismo.

    Assim, enquanto o gel suaviza e regenera todo o trato digestivo, cura doenças como azias, constipações, Doença de Crohn e outras desordens digestivas; a resina vermelha, quando consumida, causa irritação e diarréia.

    Utilize o gel em uma nutritiva e deliciosa bebida matinal e deixe a parte verde que restar para utilização como loção hidratante para pele e cabelos. Este é um cosmético integralmente ecológico!

    Aqui foi cortada uma seção da folha para mostrar mais nitidamente a transparência do gel da Aloe Vera.

    O gel da Aloe Vera é constituído de 96% pura água! Esta água é retida por uma magnífica matriz de complexos polissacarídeos, composta por mais de 200 fito nutrientes. São destes polissacarídeos e gliconutrientes que todas as propriedades medicinais da Aloe são originados. É o que nos interessa.

    Um maravilhoso close da folha da Aloe Vera. Podemos ver claramente a textura do gel e da casca.

    O que é impossível de observar nesta e em qualquer outra foto são os esplêndidos e numerosos elementos nutritivos e medicinais!

    Observe neste outro closeup os pontinhos vermelhos escuros entre o gel e a pele da folha da Aloe Vera. Estes pontinhos representam o sistema circulatório da planta e é nele que se encontram a resina amarelada mencionada anteriormente. Enquanto estes pontinhos são o sistema circulatório, o gel representa o sistema de armazenamento de água da Aloe.

    Todos os diferentes tipos de Aloe Vera são naturalmente bactericidas e possuem habilidade regenerativa. Se a planta sofrer algum corte, ele estará cicatrizado em questão de horas!

    Estas impressionantes propriedades são transmitidas para aqueles que consumirem seu gel. Aloe Vera é bactericida, fungicida, e anti-viral.

    2º Passo

    Coloque a folha sobre uma tábua de cortar alimentos. Utilize, se possível, uma faca de serra com lâmina flexível.

    Como benefício extra, ao manejar a Aloe Vera sobre a sua tábua de alimentos, você também irá cobri-la com uma maravilhosa camada de gel natural bactericida e fungicida!

    3º Passo

    Primeiro corte o meio da parte côncava da folha, segurando a faca paralelamente à tabua de cortar, tentando cortar o mínimo de gel possível. Comece este corte da base da folha, a parte mais grossa, até a ponta da folha, a parte mais fina.

    Feito o corte, a folha ficará parecida com a figura acima. O gel ficará exposto na parte do topo da folha.

    4º Passo

    Agora corte as duas partes restantes na folha da Aloe. Segure a faca formando um ângulo de 45º com a tábua, aproximadamente, e corte uma parte por vez, sempre da parte mais grossa para a parte mais fina.

    Feito isso, toda a casca de um lado da folha terá sido removida, conforme a ilustração acima. Resta somente a parte de baixo.

    5º Passo

    Segure a faca paralela à tabua de cortar e gentilmente corte o gel da casca que está abaixo dele. Como a casca debaixo é levemente côncava, você pode pressionar levemente a folha contra a tábua para facilitar o corte.

    Tenha a certeza de ter retirado toda a casca do gel, pois não é aconselhável ingerir esta camada verde, ou a resina amarelada – esta pode afetar sua flora intestinal, causar alergias ou até manchar as mucosas do intestino.

    Note que o gel foi completamente separado da casca da Aloe Vera. (Observe atentamente a figura acima: o gel é praticamente transparente.)

    6º Passo

    Agora você pode pegar o gel, que lembra um pedaço grande de gelatina. Isto é o que você irá comer. Se quiser, coma um pedaço do gel como está! O gosto é levemente amargo, mas quando adicionado e batido com sua bebida, ele praticamente não terá gosto.

    Este gel também pode ser usado quando sofrer algum corte ou ferimento, para prevenir infecções e acelerar a cicatrização. Você pode até colocar pedacinhos dentro do ferimento, em casos mais graves, para auxiliar o tratamento posterior em uma sala de emergências. É perfeito para cortes, arranhões, queimaduras.

    Outra imagem mostrando o gel retirado e separado da pele da folha da Aloe Vera. Isto sim é pura medicina, fornecida generosa e gratuitamente pela Mãe Natureza!

    Como Utilizar?

    O gel da Aloe Vera, quando extraído adequadamente, praticamente não tem gosto e portanto soma-se bem a qualquer suco ou bebida que você prepare no liquidificador.

    Cultive suculentas folhas de Aloe frescas em seu jardim, da espécie Barbadensis (a folha mais espessa), mostrada em todas as fotos.

    Para fazer uso desta planta, descasque-a com a ajuda de uma faca e jogue um pedaço do gel dentro do copo de liquidificador. Na seqüência, acrescente sua fruta ou suco preferido (pode ser suco verde, leite de castanhas….) e processe por alguns instantes. Saúde!

    Observações

    Caso você nunca tenha consumido Aloe antes, tenha a precaução de começar com pequenas porções. Reações alérgicas a Aloe Vera são muito raras, porém cautela é sempre recomendável