14jun

São Roque – Obaluaiê

São Roque, nasceu Roque de Montpellier (c. 1295 – 1327) é um santo da Igreja Católica Romana, protetor contra a peste e padroeiro dos inválidos e cirurgiões. É também considerado por algumas comunidades católicas como protetor do gado contra doenças contagiosas.
A sua popularidade, devido à intercessão contra a peste, é grande sendo orago de múltiplas comunidades em todo o mundo católico e padroeiro de diversas profissões ligadas à medicina, ao tratamento de animais e dos seus produtos e aos cães.
São Roque é geralmente representado em trajes de peregrino, por vezes com a vieira típica dos peregrinos de Compostela, e com um longo bordão do qual pende uma cabaça. Um dos joelhos é geralmente mostrado desnudado, sendo visível uma ferida (bubão da peste). Por vezes é acompanhado por um cão, que aparece a seu lado trazendo-lhe na boca um pão (vide foto).

A sua festa celebra-se a 16 de Agosto

A Palmi, Itália, 16 de agosto é feita a “festa de San Rocco”. Existem inúmeras tradições. Durante a procissão da estátua pelas ruas, alguns fiéis vestindo participar de ofertas votivas, despido da cintura para cima, uma capa de espinhos de vassoura selvagem (chamados de “spalas”).
A procissão dura quatro horas e meia e abrange sete quilômetros de estrada, com uma participação de cerca de 30 mil devotos. Outra forma de oferenda é cera, humano anatômica, como um sinal de gratidão por uma cura milagrosa. Nos dias do festival costuma – se correr pelas ruas ao ritmo de tambores, dois gigantes de papelão chamado de “Mata” e “Grifone”.

Sincretismo na Umbanda

No dia 16 de Agosto, festeja-se Omulu (Obaluaiê) na Umbanda. O sincretismo com São Roque dá-se pela representação desse santo apresentar chagas em seu corpo, e por serem cultuados os Orixás Omulu e Obaluaiê como as energias responsáveis tanto pelas doenças como por sua cura.
O nome desses Orixás está relacionado ao “rei e dono da terra”. Sua veste é representada em palha e esconde o segredo da vida e da morte. Está relacionado à terra quente e seca, como o calor do fogo e do Sol.
Energias Divinas cultuadas desde o Antigo Egito, os Orixás Omulu e Obaluaiê sempre estiveram presentes nas diversas culturas, através da figura do “Anjo da Morte”, do “Ceifador de Vidas”. Na África, essas energias eram consideradas como os Senhores da Vida e da Morte, dependendo do culto seguido. Quando os negros africanos aqui chegaram, trouxeram em sua bagagem esse conhecimento adquirido ao longo dos tempos, legando a esses Orixás os domínios sobre a morte, as doenças e à medicina.
É muito comum, no culto umbandista, os terreiros não fazerem diferenciação entre a energia dos Orixás Obaluaiê e Omulu. No entanto, existem características distintas em cada uma dessas emanações do Criador. Provavelmente a confusão que existe em relação a essas duas Forças Cósmicas deriva do fato de que ambos os Orixás, Omulu e Obaluaiê, regem as energias relacionadas à vida e morte dos espíritos encarnados.
No aspecto relativo à morte, o Orixá Omulu é aquele que nos encaminha após nosso desencarne até o nosso local de destino, até que nos deparemos com o resultado de nossa última existência carnal. Seus falangeiros são os espíritos que atuam na hora da libertação da matéria. É por isso que a energia desse Orixá está presente em cemitérios, hospitais, necrotérios, etc.
Já a energia que recebe o nome de Obaluaiê, juntamente com a energia do Orixá Nanã, é encarregado de trazer o espírito à nova vida que irá ter na matéria. Obaluaiê é o Senhor das Passagens. Seus falangeiros respondem pela elaboração do projeto da nova encarnação do espírito, fazendo a redução do perispírito até o tamanho fetal, atuando na ligação do espírito ao corpo, após a fecundação, fixando-o ao útero materno para o desenvolvimento com vida e posterior nascimento.
Obaluaiê, assim como Omulu, traz a cura para as nossas doenças. É a energia de Obaluaiê que possibilita a atuação dos médicos e profissionais de saúde para trazerem o alívio necessário às dores dos que sofrem.

Oração a São Roque

Glorioso São Roque, alcançai-nos de Cristo Nosso Senhor as graças que nos são necessárias para vivermos dignamente a vida cristã.
Aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade.
Seguindo o Vosso Exemplo queremos amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como Cristo nos mandou.
Queremos ajudar aos pobres, aos doentes, aos necessitados de toda a espécie, como vós mesmo o fizestes.
E que um dia, na glória do céu, nós possamos, convosco, gozar da vida eterna. Amém.

Oração a São Roque – Para alcançar a cura em qualquer enfermidade

Ó inefável padroeiro nosso, São Roque, pela ardente caridade com que amastes o próximo nesta terra, chegastes a expor vossa própria vida para assisti-lo nas necessidades e doenças, especialmente nas moléstias contagiosas. Oh! Fazei que estejamos sempre livres dessas terríveis enfermidades e livrai-nos da peste ainda perigosa que é o pecado. Amém.

“São Roque bendito, de Jesus querido, livrai-nos da peste e de quem nos tenha ofendido.

Oração a Obaluaiê

Salve o Senhor o Rei da Terra!
Médico da Umbanda, Senhor da Cura de todos os males do corpo e da alma.
Pai da riqueza e da bem-aventurança.
Em ti deposito minhas dores e amarguras, rogando-te as bênçãos de saúde, paz e prosperidade.
Faz-me digno de merecer todo dia e toda noite, vossas bênçãos de luz e misericórdia.
Oh, Mestre da Vida,
Vós é o limitador das enfermidades.
Suplicamos sua misericórdia aos males que nos afetam!
Que suas chagas abriguem nossas dores e sofrimentos. Concede-nos corpos sadios e almas serenas.
Mestre da Cura, amenize nossos sofrimentos que escolhemos resgatar nessa encarnação!
ATOTÔ
ATOTÔ OBALUAIÊ!

“Casinha branca, casinha branca, que eu mandei fazer para oferecer a meu pai Omulu, meu pai Omulu, seu Atotô Obaluaiê oi salve Mamãe Oxum! Saluba Nanã Buruquê! Salve Atotô Obaluaiê…”

09jun

Merkaba

ESTRUTURADA DOS MERKABAS

ASHTAR SHERAN.

Os veículos que denominamos de Merkaba são na realidade luz cristalizada. Trata-se de veículos multidimensionais de luz materializada pelo poder mental de seus ocupantes. São veículos velozes que não obedecem as leis naturais que vocês conhecem, podendo romper os campos gravitacionais de qualquer astro e transpor o tempo e distâncias entre universos diferentes. São veículos utilizados somente por seres que ultrapassaram a 8ª dimensão de vibração mental e podem com isso criar seu próprio Merkaba de luz.

Em alguns casos, esses Merkabas podem se materializar na forma de cristais de rocha para poderem se estabilizar no campo gravitacional ou temporal de um determinado astro conforme a necessidade da tripulação. São veículos com consciência própria que possuem um Cristo em manifestação em suas moléculas, pois sendo uma expressão de luz, são o Cristo em ação. As entidades que evoluíram para patamares além da 8ª dimensão, não possuem forma e tampouco matéria definida, pois são energia multidimensional.

Sendo assim, não existe a necessidade de veículos densos de matéria cristalizada em alguma dimensão inferior à 8ª. Isso justifica a existência dos Merkabas nas fileiras dos Arcanjos, Elohins e outros seres que já se libertaram das estruturas simétricas de dimensões inferiores à 8ª. Trata-se de veículos muito versáteis e indestrutíveis, pois são multidimensionais e podem se desmaterializar da constante dimensional em que se encontram com facilidade, para poder materializar-se ou apresentar-se como energia em qualquer outro campo dimensional.

Possuem a capacidade de absorver ataques diretos e converter essa energia em alimento para seu campo energético ou ainda repelir imediatamente qualquer ataque com a mesma energia que os atacou. São veículos que quando presentes costumam garantir a paz e a harmonia, pois normalmente não existem tecnologias capazes de se impor ou de ameaçar os Merkabas.

Somente veículos pertencentes à 7ª geração tecnológica possuem capacidade para desativar um Merkaba, através de naves também multidimensionais com alta capacidade energética, que se assemelham a um Merkaba de Luz, porém são naves de Cristal e ligas de cristais como o Astrastone e Esmeraldas com substâncias condutoras multidimensionais, que podem simular um Merkaba e efetuar uma longa perseguição e inclusive subjugar os mesmos.

Estas naves no entanto são muito raras, pois são poucas as raças pertencentes à Federação que conseguiram construí-las em comparação com a grande quantidade de seres que se filiaram a ela. Entre as fileiras dos não confederados não existem veículos dessa espécie, porém alguns similares ainda em fase de teste, que apresentam características interessantes em relação à naves da 7ª geração citadas acima, que são federadas.

Por ASHTAR SHERAN

Fonte: Internet