dr. José Lacerda De Azevedo, médico, espírita, e consagrador da Apometria nos tempos atuais, adotou o termo “Apometria” depois de utilizar criteriosamente a metodologia, até então denominada Hipnometria. O termo Apometria é um composto das palavras gregas: “apo” (preposição = além de – fora de) e “metron” (medida), podendo assim denominar o estado de “desdobramento” (separação) entre o corpo físico e os corpos energéticos do ser humano.Ir “além” do que podemos medir, “além” no tempo e no espaço. O desdobramento dos corpos não é mediunismo, é apenas uma técnica que pode ser vivenciada por qualquer um, e é usada para a separação do corpo físico dos corpos energéticos. Enquanto desdobrados os corpos sutis podem estar em vários lugares em outras dimensões, e presenciar fatos pessoais, ou da pessoa em atendimento, não importando a época ou ou o local onde o fato tenha acontecido.
CRISTAL CIANITA AZUL
Funciona como uma Espada de Luz Etérica, por isso que me foi solicitada a utilizá-la em todos os tratamentos de limpeza, em todas as ocasiões que pede Justiça, onde há brigas, confusões, acidentes, obsessores, magias, etc.
Para proteção é ótimo deixar dentro do carro, debaixo do travesseiro, na bolsa, etc. Pois representa literalmente a espada do nosso Amado Arcanjo Miguel em Ação!
Foi transmitido pela Hierarquia de luz que ao usá-la conscientemente, o portador da Espada Etérica – Cianita, terá plena autorização de toda Hierarquia de luz, especialmente do Arcanjo Miguel, e receberá todas as iniciações e ensinamentos etéricos durante a noite daqui por diante….
Este mineral esteve “adormecido” durante milhares de anos. Faz comunicação entre o corpo de luz e o físico através. Esta é uma das pedras do reino mineral que nunca necessita limpar. Não acumula nem retêm energias negativas. A Cianita é um dos cristais mais eficazes no processo de alinhamento de Chakras e corpos sutis.
A Hierarquia informa se alguém usá-la indevidamente, automaticamente será destituído e não mais terá permissão para usá-la. Por isso a importância de estar em alinhamento com a Hierarquia de Luz e tudo o mais será acrescentado….
É tão poderosa sua ação, que se torna visível a melhora imediata da pessoa que a utiliza. Podemos empunhá-la, sintonizar mentalmente com Miguel e sentir o momento que já está vibrando fortemente esta energia, mas leve em consideração que a conexão quem faz é a sua intenção e depois correr com ela paralelo ao corpo, mentalizando a limpeza e a quebra da negatividade. Podem pedir o que quiser ou o que estiver precisando no momento, como seccionar toda energia de medo, traumas, raiva, sofrimento, miasmas, larvas astrais, resquícios de vidas passadas, etc. Sempre pedindo que tudo seja feito nos 32 corpos sutis, vidas paralelas, corpo físico, em todos os órgãos, sangue, sistema endócrino e linfático.
Toda vez que tiverem algum problema familiar, alguma situação angustiante, depressão, sentimento de impotência, usar a Espada Etérica – Cianita na situação em questão.
O Cristal Cianita representará daqui por diante a Espada Etérica do Arcanjo Miguel materializada na 3º dimensão de tempo e espaço!!! Hoje cada um de vocês e muitos outros tem a permissão de usá-la, em nome da Hierarquia de luz, pois cada um é representante da Hierarquia e pode e deve falar em seu nome.
Quando comprar procure na forma de espada, há diversos tamanhos e formas.
E um cristal de custo não muito alto e quebra muito fácil.
Primeira Lei: Lei do desdobramento espiritual (Lei básica da Apometria).
Enunciado: “Toda vez que, em situação experimental ou normal, dermos uma ordem de comando a qualquer criatura humana, visando à separação do seu corpo espiritual – corpo astral – de seu corpo físico, e, ao mesmo tempo, projetarmos sobre ela pulsos energéticos através de uma contagem lenta, dar-se-á o desdobramento completo dessa criatura, conservando ela sua consciência”.
Técnica: A técnica é simples: com o comando da mente, emitem-se impulsos energéticos através de contagem em voz alta, tantos números quantos forem necessários. Usualmente basta contar de 1 a 7, com voz firme e cadenciada. Note-se que o número em si, não significa nada. Poderíamos usar as letras de qualquer alfabeto, símbolos ou palavras. O que realmente importa é a emissão de energia mental que direcionada cria o fluxo energético constituído pelas forças K e Z (kapa = energia cósmica e Zeta = energia Zoo mental) conforme a equação S = K.Z, produz o desdobramento.
Comentários: Nesta lei geral se baseia a apometria. No campo dos fenômenos anímicos a técnica da aplicação desta lei, representa uma verdadeira descoberta. Quando trabalhamos com médiuns videntes treinados e sob a direção de operador qualificado para tal tarefa, esta técnica possibilita explorar e investigar o plano astral com bastante facilidade e acurada percepção.
Segunda Lei: Lei do acoplamento físico
Enunciado: “Toda vez que se der um comando para que se reintegre no corpo físico o espírito de uma pessoa desdobrada, (o comando se acompanhado de contagem progressiva) dar-se-á imediato e completo acoplamento no corpo físico”.
Técnica: Se o espírito da pessoa desdobrada estiver longe do corpo, comanda-se primeiramente a sua volta para perto do corpo físico. Em seguida projetam-se impulsos (ou pulsos) energéticos através de contagem, ao mesmo tempo que se comanda a reintegração no corpo físico.
Comentários: Caso não se complete a reintegração plena, a pessoa pode sentir tonturas, mau estar ou sensação de vazio que pode durar algumas horas. Via de regra, há reintegração espontânea e em poucos minutos, mesmo sem qualquer comando. Não existe o perigo de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce poderosa atração automática sobre o corpo astral. Em alguns casos muito especiais, mesmo com médiuns bem treinados, pode ocorrer alguma demora para que ocorra a plena reintegração. Nestes casos segura-se a pessoa pelas mãos e conta-se novamente de 1 a 7, chamando-a pelo nome e determinando, com energia amorosa, que retorne ao corpo físico.
Terceira Lei: Lei da ação à distância, pelo espírito desdobrado (Lei das viagens astrais)
Enunciado: “Toda vez que se ordenar ao espírito desdobrado do médium uma visita a lugar distante, fazendo com que esse comando se obedecerá à ordem, conservando sua consciência e tendo percepção acompanha de pulsos energéticos, através de contagem pausada, o espírito desdobrado clara e completa do ambiente (espiritual ou não) para onde foi enviada”.
Nota importante: Esta lei, de ordinário, só funciona em sensitivos (médiuns) videntes os quais, via de regra, conservam a vidência quando desdobrados.
Técnica: Ordena-se ao médium desdobrado a visita a determinado lugar, ao mesmo tempo em que se emite energia em contagem lenta. O sensitivo se deslocará em corpo astral, seguindo os pulsos da contagem até atingir o local determinado.
Comentários: Como o sensitivo permanece com a visão psíquica, quando solicitado, fornece informações, bastante acuradas, do local visitado, astral e físico, com maior precisão do ambiente astral. Esta técnica é muito útil para realizar diagnósticos à distância, bem como procedimentos objetivando o saneamento psíquico do ambiente visitado e prestar auxílio a pessoas físicas e espíritos desencarnados. Como exemplo da aplicação prática desta lei sugere-se leitura do caso ilustrativo narrado pelo Dr. LACERDA em “Espírito e Matéria”, pag. 110-112. Ed. Pallotti Porto Alegre, 1988.
Quarta lei: Lei da Formação dos Campos-de-Forca
Enunciado: “Toda vez que mentalizarmos a formação de uma barreira magnética, por meio de impulsos energéticos, através de contagem, formar-se-ão campos-de-força de natureza magnética, circunscrevendo a região espacial visada, na forma que o operador imaginou.
Técnica: Mentalizarmos uma barragem magnética e projetarmos energias para sua concretização, através de contagem até sete.
Comentários: A densidade desses campos e, por consequência, sua ação é proporcional à força mental que os gerou. Usa-se está técnica, com ótimos resultados para proteger ambientes de trabalho, espiritual ou físico bem como para a contenção de espíritos rebeldes. Os antigos egípcios eram peritos nesta técnica, pois seus campos-de-força, feitos para proteger túmulos, imantação de múmias, etc, duram até hoje. A forma do campo tem grande importância. Os piramidais, mormente os tetraédricos, são poderosos. Para melhor compreensão de campos vibratórios magnéticos e eletromagnéticos sugerimos consultar AZEVEDO, José Lacerda de. Espírito/Matéria: Novos horizontes para a medicina. Porto Alegre. Pallotti, 1988. Pp.131-132.
Quinta Lei: Lei da revitalização dos médiuns
Enunciado: “Toda vez que tocarmos o corpo do médium (cabeça, mãos), mentalizando a transferência de nossa força vital, acompanhando-a da contagem de pulsos, essa energia será transferida. O médium começará recebe-la, sentindo-se revitalizado”
Técnica: Pensamos fortemente na transferência de energia vital de nosso corpo para o organismo físico do médium. Em seguida tomamos as mãos do médium ou colocamos nossas mãos sobre sua cabeça, fazendo a contagem lenta. A cada número pronunciado, massa de energia vital-oriunda de nosso próprio metabolismo – é transferida para o médium.
Comentários: Usamos esta técnica, habitualmente, depois da aplicação de passes magnéticos em pacientes muito desvitalizados. Com isso é possível fazer os médiuns trabalharem por duas a três horas consecutivas, sem desgaste apreciável. A cada trinta minutos transfere-se energias vitais para os médiuns individualmente, os quais, deste modo, podem trabalhar sem grande desgaste.
Sexta Lei: Lei da condução do espírito desdobrado, de paciente encarnado para os planos mais altos, em hospitais do astral.
Enunciado: “Espíritos desdobrados de pacientes encarnados somente poderão subir a planos superiores do astral se estiverem livres de peias magnéticas”.
Técnica: Quando desejamos encaminhar ao plano astral, especialmente à hospitais espirituais, consulentes cujo corpo astral estiver envolvido em laços, amarras e toda sorte de peias de natureza magnética, colocadas por obsessores ou por sua própria mente enferma, faz-se necessário limpá-los. Isso se consegue, facilmente, pela ação dirigida dos médiuns desdobrados ou por comandos do próprio dirigente do trabalho. Nestes casos basta dar o comando mental, contando de 1 a 7, em raras exceções até 21, determinando a dissolução de todas as amarras.
Comentário: Temos observado que os passes usuais em casas espíritas não resolvem esses casos, porém são de grande auxílio, pois já preparam o assistido para o trabalho apométrico.
Conduzindo espíritos de encarnados desdobrados para hospitais do astral, estaremos ajudando os assistidos a terem um tratamento necessário nos corpos que estejam precisando de reequilíbrio, orientação e harmonização; tratamento este feito pelos espíritos socorristas, trabalhadores do hospital. Lembramos que para isso ocorrer, se faz necessário a limpeza das peias magnéticas, aparelhos colocados indevidamente, laços, amarras assim como da elevação de seu padrão vibratório, o que já implica numa melhora superficial.
resolvem o problema aqui enfocado. Não obstante, consideramos de grande valia, ministrar um passe de corrente nos consulentes, antes destes passarem à cabine para o tratamento apométrico.
Sétima Lei: Lei da ação dos espíritos desencarnados socorristas sobre os pacientes desdobrados.
Enunciado: “Espíritos socorristas agem com muito mais facilidade sobre os enfermos se estes estiverem desdobrados, pois que uns e outros, desta forma, se encontram na mesma dimensão espacial”
Técnica: Desdobrados os espíritos dos consulentes, através de pulsos energéticos, como já visto anteriormente, basta solicitar as equipes de socorristas diagnóstico e tratamento dos males que os afligem.
Comentários: Os médiuns videntes, via de regras, acompanham e mesmo auxiliam nos diagnósticos e procedimentos terapêuticos prescritos. Quando solicitados passam informações ao diretor dos trabalhos e pedem sua intervenção quando necessária.
Oitava Lei: Lei do ajustamento de sintonia vibratória dos espíritos desencarnados com o médium ou com outros espíritos desencarnados, ou de ajustamento da sintonia destes com o ambiente para onde, momentaneamente foram enviados.
Enunciado: “Pode-se fazer a ligação vibratória de espíritos desencarnados com médium ou entre espíritos desencarnados, bem como sintonizar esses espíritos com o meio onde forem colocados, para que percebam e sintam nitidamente a situação vibratória desses ambientes”.
Técnica: Quando se quiser entrar em contato com desencarnado de nível vibratório compatível com nosso estado evolutivo, presente no ambiente, projeta-se energia em forma de pulsos rítmicos, ao mesmo tempo que se comanda a ligação psíquica.
Comentários: Por está técnica se estabelece a sintonia vibratória entre sensitivo (médium) e desencarnado, facilitando grandemente a comunicação. Ela abre canal sintônico entre a frequência fundamental do médium e do espírito. Emitidos por contagem, os pulsos energéticos fazem variar a frequência do sensitivo do mesmo modo como acontece nos receptores de rádio, quando giramos o dial, do capacitor variável, até estabelecer ressonância com a fonte oscilante (estação emissora) que se deseja. Se o espírito comunicante for enfermo, sofredor ou maldoso, portanto de baixo padrão vibratório, tão logo aconteça a desincorporação devemos elevar o padrão vibratório do médiuns. Se isso não for feito, o sensitivo ficará por algum tempo sofrendo as limitações do espírito comunicante. Em trabalhos de desobsessão, muitas vezes, nos despontamos com espíritos revoltados, vingativos e mesmo maldosos que não aceitam dialogar ou modificar suas condutas através de doutrinação, por mais lógica, ética e amorosa que esta seja. Nestes casos somos levados a fazer com que sintam o ambiente, isto é, entrem em sintonia com as vibrações negativas que estão emitindo, no presente ou em ressonância com as vibrações opressivas que desencadearam no passado. Tão logo projetamos energias em forma de pulsos, por contagem, a sintonia se estabelece, causando grande constrangimento ao espírito agressor. Nestas condições o espírito, assim constrangido, permanecerá nesta situação até que o campo vibratória se desfaça por ordem do operador. Assim tratados os espíritos revoltados, se pacificam e/ou se esclarecem. Os operadores apométricos tem sido criticados por companheiros da Doutrina Espírita que dizem que com tais procedimentos, estamos julgando nosso próximo e interferindo em seu livre arbítrio. Sem qualquer intenção de contender, temos respondido que nossa ação sempre visa o bem do espírito revoltado ou agressor e que o direito de exercício do livre arbítrio termina quando invadimos ou violamos a liberdade ou o direito do nosso próximo. Não fosse assim, a sociedade, da qual somos parte ativa, não deveria coibir a ação criminosa do delinquentes no pleno exercício da razão.
Nona Lei: Lei do deslocamento de um espírito no espaço e no tempo.
Enunciado: “Se ordenarmos a um espírito incorporado a volta a determinada época do passado, acompanhando-a de emissão de pulsos energéticos através de contagem, o espírito retorna no tempo à época do passado que lhe foi determinado”.
Técnica: Para deslocar um espírito no espaço e/ou no tempo, podemos faze-lo determinando, através da emissão de pulsos energéticos acompanhados de contagem, que regrida a tal ou qual época ou que se desloque ao local que se deseja.
Comentários: Só se obriga um espírito regressar ao passado para mostrar-lhe suas vivências, suas vítimas, sua conduta cruel, os acontecimentos traumáticos que viveu nesta ou em vidas passadas, com o objetivo de esclarece-lo sobre as leis éticas que regem a vida ou, no caso de espíritos encarnados, para superar síndromes ocorrentes nesta vida com causa em vivências passadas. No caso de consulentes, parece-nos que a técnica funciona com mais objetividade e segurança do que aquelas usualmente empregada em “Terapia de Vidas Passadas” pelo fato de que o operador auxiliado por sensitivos treinados e/ou por mentores espirituais incorporados ou não, consegue atingir com grande objetividade os fatos mais relevantes determinantes das síndromes. Outrossim a orientação de um mentor espiritual auxilia-nos a não cair no erro de tocar em pontos ou feridas que não devam, de momento, ser relembradas.
Décima Lei: Lei da dissociação do espaço-tempo
Enunciado: “Se, por aceleração do fator Tempo, colocarmos no Futuro um espírito incorporado, sob o comando de pulsos energéticos, ele sofre um salto quântico, caindo em região astral compatível com seu campo vibratório e peso específico Karmico (km) negativo – ficando imediatamente sob a ação de toda a energia km de que é portador”.
Técnica: A técnica é muito simples: projetamos energias magnéticas por pulsos rítmicos e através da contagem, sobre o espírito incorporado, ao mesmo tempo que se lhe dá ordem para saltar para o Futuro.
Comentários: Segundo o Dr. LACERDA, está técnica só deve ser empregada com espíritos desencarnados, visando esclarece-los. Não obstante, ela vem sendo usada para espíritos encarnados, incorporados em médiuns, sem que tenhamos notado qualquer prejuízo ao consulente. A grande diferença são os resultados. No caso do desencarnado o efeito pode ser altamente positivo e imediato quanto a mudança de conduta. No caso do encarnado os resultados, até agora, são pouco animadores. Cremos que isto se deve ao fato de que há filtros ou barreiras poderosas, bloqueando a passagem da mensagem do cérebro do campo astral (inconsciente?) para o cérebro físico, sede da memória e consciência atual. Acreditamos que o dia em que encontrarmos um mecanismo ou técnica que permita a passagem, seletivamente ao campo físico, do conhecimento ou das informações novas assimiladas pelos níveis de consciência superiores (Astral, mental, etc), lograremos um grande êxito no tratamento do ser humano. Este comentário, é válido para outras técnicas aplicadas no trato com o espírito de encarnados, quando incorporados em médiuns, para isso treinados. Voltando à técnica, observou o Dr. LACERDA que um espírito, ao ser dissociado do espaço em que se encontra, através da aceleração do fator Tempo dá um verdadeiro salto quântico (à semelhança dos elétrons nos, átomos). O afastamento do espaço normal não acontece de maneira progressiva, e sim por saltos, até se instalar num espaço do Futuro. Se o espírito é muito revoltado e cruel, entra em sintonia vibratória com mundos hostis, ocupados por seres horrendos, onde deverá renascer para recomeçar aprendizagem pela dor e dificuldades inerentes a um meio primitivo. Nesses casos, de dissociação do Espaço-Tempo, ocorre fenômeno sobremaneira interessante. Ao acelerar-se o tempo a carga harmônica a resgatar que normalmente seria distribuída ao longo do tempo, 300 anos por exemplo, fica acumulada, toda ela, de uma só voz sobre o espírito. Esta é a causa da sensação de terrível opressão, de que os espíritos se queixam quando projetados ao encontro de sua carga kármica. Devemos ter muito cuidado e ética cristã (amor e responsabilidade) na aplicação desta e, como de sorte, de todas as técnicas apométricas. Se o desligamento do médium acontecer de repente, sem qualquer cuidado com o espírito projetado no futuro, este poderá ser literalmente esmagado pelo campo energético negativo acumulado. Seu corpo astral poderá ser transformar em “Ovóide” e, portanto, perderá a condição ou possibilidade de reecarnar. Para desligar o espírito do médium devemos antes faze-lo retornar, lentamente, a época presente. Caso contrário, estaremos violando a Lei Cósmica e, consequentemente, criando problemas para nós próprios.
Décima primeira Lei: lei da ação telúrica sobre os espíritos desencarnados que evitam a reencarnação.
Enunciado: “Toda vez que um espírito desencarnado, possuidor de mente e inteligência bastante fortes, consegue resistir à Lei da Reencarnação, sustando a aplicação dela nele próprio, por longos períodos de tempo (para atender a interesses mesquinhos de poder e domínio de seres desencarnados e encarnados), começa a sofrer a atração da massa planetária, sintonizando-se, em processo lento, mas progressivo, com o Planeta. Sofre apoucamento do padrão vibratório, porque o Planeta exerce sobre ele uma ação destrutiva, deformante, que deteriora a forma do espírito e de tudo o que o cerca, em degradação lenta e inexorável.
Técnica: Esta lei não é aplicada pela ação do operador, mas é um determinismo que se abate, automaticamente, sobre todos os que ousam violar as Leis Divinas por longos períodos do Tempo Cósmico. O operador age apenas alertando o espírito transgressor das Leis Cósmicas, mostrando-lhe, através de um espelho ou de uma autovisão, o estado a que está sendo levado por sua ação maléfica.
Comentários: Ninguém burla as Leis Divinas impunemente. Quem se contrapõe ao ciclo das reencarnações, repelindo oportunidades evolutivas; quem abomina, como repugnante a experiência e o aprendizado na carne; quem prefere as ilusões do poder, através do domínio tirânico de seres encarnados e desencarnados, ou de vastas regiões do astral inferior, aferra-se, inconsciente e automaticamente, à massa do Planeta e se afunda nele em trágico retrocesso. Este fenômeno só acontece com espíritos detentoras de inteligência e poder mental suficientes para sustar as próprias reencarnações durante séculos, prejudicando a própria evolução. Nas páginas 119-123, da mesma obra do Dr. LACERDA, é apresentado interessante exemplo ilustrativo desta lei.
Décima Segunda Lei: Lei do choque do tempo.
Enunciado: “Toda vez que levarmos ao Passado espírito desencarnado e incorporado em médium, fica ele sujeito a outra equação de Tempo. Nessa situação, cessa o desenrolar da sequência do Tempo tal qual o conhecemos, ficando o fenômeno temporal atual (presente) sobreposto ao Passado”.
Técnica: É a mesma empregada em leis anteriores. Consiste no emprego de pulsos energéticos através de contagem.
Comentários: A compreensão desta lei, bem como de outras que envolvem deslocamentos ao passado e futuro implica em aceitar que o binômio Tempo-Espaço não se aplica à dimensão astral. Esta é a razão pelo qual os espíritos, mesmo evoluídos, tem dificuldade de se situar na nossa dimensão de tempo. Por outro lado, é comum, em trabalhos espirituais, nos depararmos com espíritos vivendo no passado remoto, sem se aperceberem que o Tempo passou. Já nos deparamos com um espírito vivendo na pré-história, como troglodita. No caso desta lei, o espírito é levado ao Passado. O Dr. LACERDA explica que o deslocamento para o Passado cria tensão de energia potencial entre a situação presente e os deslocamentos para o Passado. Enquanto o espírito permanecer incorporado ao médium, nada lhe acontece, apenas passa a viver e vislumbrar a nova situação que lhe foi imposta. No entanto, se for bruscamente desligado do médium, saí do campo de proteção do mediador e fica como que solto na outra dimensão Espaço-Tempo. Recebe, então, em cheio a energia potencial criada pelo deslocamento, energia esta suficientemente forte para destruir seu corpo astral e transformá-lo em Ovoide. No mencionado livro do Dr. LACERDA, à pag. 124 está descrito interessantíssimo caso que bem ilustra esta lei.
Décima Terceira Lei: Lei da influência dos espíritos desencarnados, em sofrimento, vivendo ainda no passado, sobre o presente dos doentes obsidiados.
Enunciado: “Enquanto houver espíritos em sofrimento no Passado de um obsidiado, tratamentos de desobsessão não alcançarão pleno êxito, continuando o enfermo encarnado com períodos de melhora, seguidos por outros de profunda depressão ou de agitação psicomotora”.
Técnica: Em primeiro lugar, procede-se ao atendimento dos obsessores que se encontram em volta do paciente, retirando-os para estâncias do astral especializadas no tratamento de tais casos. O encaminhamento de tais espíritos se faz através de comandos mentais, acompanhados de contagem, geralmente de 1 a 12, e da intenção de encaminhar os espíritos obsessores para casas de socorro do mundo astral. Uma maneira prática que vem sendo usada com bastante, sucesso, pela maioria dos operadores apométricos da “Casa do Jardim”, consiste em mentalizar um cone ou sino sobre o enfermo e sua residência, local de trabalho etc, e, mediante impulsos mentais, acompanhados de contagem em voz alta, determinar o giro do sino ou cone, de maneira a criar um poderoso vóstice capaz de sugar os espíritos obsessores e encaminhá-los às casas de socorro do astral. A mentalização de uma rede magnética também pode ser usada com sucesso pelo operador.
Comentários: Não se deve jamais deixar espíritos obsessores soltos. Deixar obsessores soltos, após breve doutrinação evangelizadora, como usualmente se faz nas sessões de desobsessão, nas casas espíritas em geral, é pouco produtivo. Não é com um diálogo de poucos minutos, ou mesmo com orações, que se demovem perseguidores resistentes ou magos negros. Em casos de obsessões complexas, em que cobranças de ações cometidas em passado delituoso, são feitas por legiões de espíritos vingadores, são necessários sucessivos trabalhos, abrindo faixas de vidas passadas, uma após outra, até que todos os obsessores sejam afastados. A cura definitiva só ocorrerá com a evangelização do enfermo que, esclarecido e iluminado pela Boa Nova do Cristo, passará a vibrar em amor e vivendo o amor, criará um campo protetor que o tornará imune à ataques, de espíritos obsessores consciente ou inconsciente.
Décima quarta Lei: Esta Lei consta do livro: “Energia e Espírito: Teoria e prática da Apometria” de José Lacerda de Azevedo.
Enunciado: “A energia produzida pela mente, em nível cósmico, é diretamente proporcional a energia cósmica (K) multiplicada pela energia (Z) de zoom-animal e inversamente proporcional à energia barôntica de baros-peso oriunda da estrutura humana e, consequentemente, de baixa frequência”.
Comentários: Como vemos esta lei que talvez pudéssemos chamá-la de “Lei da limitação do vetor, pela ação dos fatores barônticos, inerentes a condição da imperfeição humana”, não tem aplicação prática, como técnica, mas é da maior importância para o êxito da aplicação das técnicas decorrentes das demais Leis da Apometria. Segundo Lacerda de Azevedo, o vetor barôntico é parte habitual dos encarnados (médiuns, operadores e consulentes), podendo ser considerado como uma constante em nossas vidas. Ele é de origem barôntica, isto é, de baixo padrão vibratório e, consequentemente, mais denso e pesado. Basicamente é fruto do egoísmo, vaidade, ira, pensamentos negativos e falta de controle emocional tão comum e fortemente presente no homem profano. Quanto mais denso for este fator negativo, mais pesado se torna, mais inércia possui e mais reduz e, limita a ação de produto dos 02 vetores positivos K e Z, com os quais se amalgama.
REGRA DE OURO DA APOMETRIA
Aqui, no entanto, devemos clarinar um vigoroso alerta para os entusiasmos que possam estar provocando. Como fundamento de todo esse trabalho – como, de resto, de todo trabalho espiritual – deve estar o Amor. Ele é o alicerce. Sempre. As técnicas que apontamos são eficientes, não temos dúvidas. O controle dessas energias sutis é fascinante, reconhecemos, pois desse fascínio também sofremos nós. Mas, se tudo não estiver impregnado de caridade, de nada valerá. Mais: ao lado da caridade, e como consequência natural dela, deverá se fazer presente ahumildade, a disposição de servir ao anonimato. Se faltar amor e disposição de servir pelo prazer de servir, corremos perigo de incorrer na má aplicação das técnicas e do próprio caudal de energia cósmica, tornando-nos satânicos por discordância com a Harmonia Universal. Advertimos: através da obediência dos preceitos evangélicos, somente através dela, experimentadores e operadores podem desfrutar de condições seguras para devassar esses arcanos secretos da Natureza, com adequada utilização dessas “forças desconhecidas”.
Ogaroto que foi uma trapezista no inicio de 1.900, na Europa.
Caso interessante de atendimento Apométrico.
Nosso atendido é um garotinho nascido em 2010, estamos em 2014, nasceu sob a regência de Plutão, no signo de Escorpião. Ele nasceu com um problema no pé direito, consultou vários médicos, sem resultado foi encaminhado para tratamento no Hospital das Clínicas. Tem inchaço, e muitas dores no pé direito, anda com bastante dificuldade.
Faz muitos exames e seu caso não apresenta diagnóstico, e segundo seu médico, a possibilidade é de doença rara, que não tem cura. Ele faz uso de fortes medicamentos, e segundo a medicina, ficaria dependente desses medicamentos sem prazo determinado. O médico também tem dúvidas sobre uma possível cirurgia no pé, pois não tem um diagnóstico cirurgico.
1º. Atendimento na Apometria:
Pedi a presença da criança na clinica para conhecê-la, e a dispensei antes do inicio do atendimento para que não ficasse irritado.
No atendimento uma personalidade do passado se apresenta pedindo ajuda. É feminina Ela se encontra num espetáculo de circo, início do ano de 1.900 na Europa. O circo se apresentava muito na França e Itália. Este circo viajava por esses dois países constantemente. De família circense, a personalidade era uma jovem em torno de 21 anos que participa dos espetáculos se apresentando nos Tecidos acrobáticos. Enrola seus pés nos panos, faz piruetas, fica pendurada, gira.. e assim ela se apresenta. Seu espetáculo é uma grande atração deste circo. Ela se diz muito infeliz, sente muitas dores no tornozelo direito, tem muito inchaço neste pé. E dói!! Quando reclama a família não da atenção a suas queixas, diz ela, o pai repete sempre: “O show tem que continuar, artistas de circo não sentem dores”. Esta atitude do pai a maltrata muito, sente raiva e magoa do pai.
Neste espetáculo, no qual a personalidade se apresenta, ela está pendurada pelos pés, a dor é intensa, ela sente muita raiva… ela solta o pé direito do pano e cai. Na queda fratura as vértebras L5 e L6. Depois de um longo tratamento fica paraplégica. Presa a cadeira de rodas não aceita sua condição. Muito revoltada e com problemas sérios de relacionamento com a família, acaba adoecendo e desencarnando. Assim como não aceitava estar na cadeira de rodas não aceita também sua morte, por revolta e apego as condições do ego. Sua personalidade dessa encarnação, após seu desencarne. continua vivenciando as memórias de dor e sofrimento. Ao reencarnar e vibrando as condições do acidente e da indignação pela trajetória da sua vida. Ao reencarnar em 2010 com outra personalidade, estas memórias anteriores, dissociada por não aceitação, se acoplam na personalidade atual ainda no periodo intra uterino (do garoto), e da continuidade ao processo de dor e sofrimento. A criança apresentava também reações emocionais de muita irritação
Tratamento aplicado:
Uma seringa com um líquido colorido. Em cada parte da coluna é aplicada uma cor diferente, somando 7 cores. Cada uma das cores trata uma parte da medula:
1a – Reconstitui a medula
2a – Reconstitui raízes nervosas que saem da medula
3a – Reconstitui meninges que recobrem a medula
4a – Reconstitui os discos in-vertebrais e o canal vertebral
5a – Os ossos vertebrais
6a – A faisca que recobre as vértebras
7a – Reconstitui as camadas superficiais até a pele.
Nos foi intuido para dar um tempo ao tratamento para que a personalidade atual possa sentir os movimentos. O tornozelo é tratado com a luz verde, que ameniza a inflamação.
São usadas as ervas, Arnica e Barbatimão.
Banho no pé com sal grosso e sal amargo.
foi usado o som da vogal ‘i’, repetido continuamente como o som da cigarra, na região do pé. O pé é envolvido na cor azul.
Do cóxi até a cervical o som do OMMMMMM, que desce e sobe, restabelecendo a energia da medula.
Resgate da relação familiar, com os pais(da época) pedindo perdão para a filha.
É recomendado aos pais (atuais) contarem histórias para a criança, e não focarem a atenção no problema do pé.
Tratamento médico continua
2º. Atendimento:
Pedi para a mãe permanecer com a criança no Espaço Hematita durante o atendimento. Pois neste atendimento necessitávamos acessar o corpo duplo entérico do garoto, um corpo energético que só conseguimos acessar se a pessoa estiver presente. Este corpo não se afasta mais que 8 metros do corpo físico. Se o garoto fosse embora não teríamos acesso a ele devido a distância.
No inicio do atendimento nos foi mostrado um aparelho, pois é comum os mentores nos mostrar as ferramentas de trabalho que vão ser usadas.
Era composto de duas arandelas com alças enormes. Cada arandela com um emissor de energia que emite raios. O corpo sutil em tratamento fica entre essas arandelas.
Os corpos sutís da criança foram colocados, um a um, nesse aparelho. A luz que sai de uma arandela é um verde pastel, esterilizando. Da outra arandela, um rosado suave, energizando. Quando as cores se unem, cintilam muito forte, ficam mais vivas, tornando-se quase cítrica.
O tratamento faz um revestimento energético nos corpos sutis, aumentando as defesas do corpo físico encarnado. O tratamento médico atual é necessário.
É importante entender que a personalidade não desencarnou com a queda, viveu ainda algum tempo e veio a desencarnar de patologia proveniente de depressão. A personalidade que interfere na criança atual, ficou no acontecimento do trauma causado pelo sofrimento da trapezista, não tendo a consciência e aceitação do desencarne.
No atendimento, a conscientizamos de que não pertencia mais a essas condições do passado, tratamos a sua enfermidade física e emocional nos planos astral e a conduzimos para o aprendizado da lei de Causa e Efeito.
Pra encerrar a envolvemos numa referencia de Amor, princípio básico da Apometria.
Após três atendimento o garoto recuperou seus movimentos, seu pé está quase normal, e ele está de alta médica.
E assim ….viva a Apometria!
Gratidão aos pais dessa criança que me permitiu fazer esse depoimento.
Cloreto de Magnésio
– Vale a Pena Conhecer! O cloreto de magnésio é uma descoberta fulminante da década de 1980, pouco difundida. Não é medicamento, mas sim alimento essencial para a vida, a ponto de animais novos, bem tratados mas sem magnésio, morrerem todos em um mês. O magnésio controla 18 minerais e tem umas 300 funções. Padre Beno José Schorr – Prof. de física, química e biologia – Colégio Catarinense.
Atenção: O cloreto de magnésio para uso humano, tem que ser do tipo P.A. (Puro para Análise) e sua cor deve ser bem branca. É normal empedrar, mas isto não altera seu teor de qualidade.
O Magnésio Mágico O magnésio é uma descoberta fulminante da década de 1980, pouco difundida. Não é remédio, mas sim alimento essencial para a vida, a ponto de animais novos, bem tratados mas sem magnésio, morrerem todos em um mês. O magnésio controla 18 minerais e tem umas 300 funções.
1. O Segredo do Magnésio É indispensável conhecê-lo. Todos nós nascemos de uma única célula, que se multiplica, até a idade adulta, em cerca de 100 trilhões de células variadas, que nos dão calor e energia. Enfileiradas, dariam uma volta ao mundo, ou mais.
– CÉLULA SADIA – Cada célula tem no seu interior um pequeno núcleo, tido como sede da vida, com toda a programação da primeira célula. O núcleo consiste de enorme conjunto de átomos, em forma de rede espiralada, onde aqui e ali há um átomo de magnésio, tipo -borrachinha- – este é o segredo! Tais células são flexíveis e ativas, como o corpo todo. Na formação das novas células, o magnésio escolhe as substâncias programadas, todas de origem animal, como único material de construção, ao menos até os 6 anos de idade, para dar acabamento ao cérebro e evitar deficiência mental. Assim, cada célula sabe e segue o programa da primeira célula, sem faltar um cabelo sequer. Nos adultos, a célula-mãe se desfaz, para evitar o -gigantismo-. O magnésio constrói as células.
– CÉLULA DOENTE – Se faltar magnésio na formação das células, invade seu lugar o cálcio, tipo -pedrinha-. Tais células vão perdendo flexibilidade e atividade, e todo o corpo endurece, envelhece e se cansa à toa. Aí, o -diabo está solto-… O cálcio mata pelo menos 80% por doenças como calcificações, artrites, ciáticas incuráveis, câncer, infartos – umas 6 mil doenças. Umas são de doer e gemer. Outras são de morrer, no duro! Mas agora temos…
– A MAGIA – Basta devolver o magnésio que falta, e ele vai direto aos núcleos chutar fora as pedrinhas, o cálcio invasor, e retoma seu lugar como -borrachinha-. Assim, o corpo endurecido volta aos poucos a ser flexível e ativo, pois o magnésio é o restaurador das células. O magnésio, com seus 18 minerais ajudantes, vai patrulhando até os últimos becos do corpo, limpa as arteriazinhas… O magnésio chega lá!
-REFINADOS – Então o bom Deus esqueceu do magnésio nos alimentos- Não! Ele entregou o domínio da natureza perfeita ao homem racional. A culpa é do próprio homem, obcecado por paixões de ganância, gula, vaidade… O industrial visa a lucros e refina, retira o -sujinho- dos grãos de arroz e do trigo, o melaço escuro do açúcar. Do sal marinho, rejeita o magnésio, que umedece, o iodo, e mais 20 sais salubérrimos. Gaba-se do -progresso-, dos -alimentos brancos-… Desses 4 alimentos básicos, os mais consumidos no mundo, vende a bom preço esses restinhos -sujos- ao gado, para a sua saúde. Logo, sabe o que faz! No entanto, reserva para si o restante -bagaço branco- e, doente, corre à farmácia, pagando o cêntuplo por drogas ineficazes. Assim, o homem -fatura- nada menos que 50% das mortes por câncer… O que fazer? Compre a farinha de trigo cinzenta e não a branca, que é puro bagaço, e junte ainda farelo de arroz ou trigo. Arroz, só descasque e não tire o farelo dourado, os sais da saúde. Do açúcar, apenas evapore a água, pois o açúcar amarelo faz a saúde dos nordestinos e a nossa. O sal saudável é o que se dá ao gado. Afine-o com uma garrafa sobre a mesa. Tem uns 10 minerais – é ótimo!
– ESTRESSE – É o esgotamento perigoso, por falta de magnésio nos alimentos industrializados. Isso provoca em gente ativa um ciclo perigoso, assim: A falta de magnésio faz das ocupações preocupações, ânsia que gera o começo do estresse, que consome magnésio. Recomeça o ciclo, sem parar: Menos magnésio dá mais ânsia, mais estresse e menos magnésio, mais ânsia… até ocorrer o colapso, às vezes fatal.
Cura certa: Siga a RECEITA GERAL (item 8) por uns meses, até sentir-se forte.
Siga então o item 13, até o fim.
– PREPARO DA SOLUÇÃO – Tenha à mão CLORETO DE MAGNÉSIO P.A. e uns copinhos de plástico para cafezinho. Encha 1 (um) copinho com esse sal, socando levemente, e o dissolva em 1 (um) litro d’água. Somente isso! Ou dissolva 100g de magnésio em 3 litros. A solução nunca estraga. Uma dose é um copinho bem cheio da solução. Ponha uma dose num copo comum e faça uma marca com adesivo. Daí para cima, ponha água à vontade, para fazer menos amargo. Se em jejum é laxante, ou então deixe para tomar depois do café.
– O MEU CASO de quase paralítico, como referência. Aos 55 anos de idade, sentia estranho peso na perna direita. Aos 65 anos, virou dor intratável. Aos 69 anos formigava toda a perna ao ficar em pé (sentado, não). Então atinei ser bico de papagaio, já visível aos 55 anos, que calcificara e apertava o nervo que descia à perna. Fugia da dor sentando e, na cama, enrolado como um gato. Ouvi de um especialista: -Isso já não é um bico, mas sim um bando de papagaios! Todas as vértebras estão calcificadas, curvando a espinha. Não tem cura?. Angustiado, apelei instantaneamente ao bom Deus para dar um -jeitinho-… Pouco depois, o padre Suarez mostrou-me no livro do padre Puig o uso do magnésio…
– MINHA CURA – Comecei com uma dose diária, durante uma semana. Tudo bem! Tomei então duas doses, sempre sentado ou enrolado até o 20º dia, quando acordei tarde e – vejam só! – estirado, reto, sem dor. Caminhar sem dor, somente no 30º dia, quando me levantei como que a sonhar de felicidade, pois nada mais me doía. Pequeno passeio, contudo, me fez voltar o peso de outrora, mas que em poucos dias também sumiu. Assim, a perna sofrida estava até melhor que a outra…
– MINHA CURA: (Padre Beno) Estando quase paralítico, 10 anos antes de começar a cura, tendo 61 anos, sentia pontadas agudas na região lombar – um bico de papagaio, incurável segundo o médico. Mas, reparei ser reumatismo, que curei com KETACIL, esquecendo, então, o bico de papagaio, que já, antes, dava um peso crescente na barriga da perna direita. Havia 5 anos o peso virou dor, que, com todos os tratamentos, só aumentava. Depois de 2 anos, afinal, atinei com a causa: mal levantando-me da cama, sentia um formigar descer pela perna até aos pés. Ao abaixar-me, o formigamento cessava, erguia-me e voltava. Repeti as duas posições. Só podia ser aquele desgraçado bico de papagaio, que apertava o nervo ciático na terceira vértebra, e quando em pé e curvado lhe dava folga. Fiz então meus trabalhos o mais possível sentado. Havia anos que fazia tudo sentado, menos a missa – um tormento. E adiava a viagem à Ilha de Marajó, onde devia completar a rede de rádio-telefonia de 48 estações em 6 estados. Depois de meio ano, viajei, esperando melhoras naquele eterno verão. Mas piorou de vez. Rezava a missa sentado, acompanhado pelo povo: orientava meus ajudantes a montar os mastros e esticar as antenas por cima dos telhados. Sem tardar, voltei a Florianópolis para ir a um especialista, com novas radiografias. Agora já era um bando de bicos de papagaios, com seus bicos calcificados, duros, em grau avançado… Nada é possível fazer. As dez aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não detiveram a dor, a ponto de nem mais deitado poder dormir. Ficava sentado até quase cair da cadeira de sono, quando atinei que podia dormir enrolado na cama como um gato. Deu certo, e só acordava ao endireitar-me. Faltava pouco, para nem enrolado ou sentado fugir a dor. E então? Assim desenganado, apelei ao bom Deus. Está vendo a Tua criatura? Não lhe custa dar um jeitinho… Providencialmente, ainda fui ao encontro dos Jesuítas cientistas em Porto Alegre, e o Padre Suarez me disse ser fácil a cura, com CLORETO DE MAGNÉSIO, e me mostrou escrito no livrinho do Padre Puig, jesuíta espanhol, que o descobriu… e que sua mão estava até dura de tão calcificada, mas com este sal, ficou móvel como uma menina, como também outros parentes seus. E brincando disse: “Com este sal, só vai morrer dando um tiro na cabeça ou por outro acidente”. Em Florianópolis, logo comecei a tomar uma dose diária a cada manhã; três dias depois, comecei a tomar uma dose de manhã e outra dose à noite; mesmo assim continuava dormindo enrolado até o 20. Dia, quando acordei estirado na cama, sem dor. Mas caminhar ainda era aquela dor. Aos 30 dias, me levantei todo estranho: Será que estou sonhando?. Nada mais me doía e dei até uma voltinha pela cidade sentindo contudo o peso de 10 anos antes. Aos 40 dias, caminhei o dia inteiro, com pequeno peso. Aos 3 meses sentia crescer a flexibilidade. Dez meses já passaram e me dobro quase como uma cobra. O magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Ainda mais: a pulsação seguidamente abaixa de 40, já pensando em marca passo, normalizou. O sistema nervoso ficou motorialmente calmo, maior lucidez, sangue descalcificado e fluido. As frequentes pontadas do fígado sumiram, a próstata, a ser operada na primeira folga já não me incomodava muito. E outros efeitos, a ponto de várias pessoas me perguntarem: “Ö que está acontecendo contigo?… Mais jovem?”. É isso mesmo, voltou-me a alegria de viver. Por isso, me vejo obrigado a repartir o “jeitinho” que o bom Deus me deu. Centenas se curaram em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc… e mandam também cópias a outros desenganados.
-EFEITOS SIMULTÂNEOS – Além da ciática, curou logo o coração. Sumiram as pontadas do fígado. A prostatite aguda em um ano pouco incomodava. Três anos depois, nem sinal dela. Descalcificou-se a espinha, e em 3 anos fiquei flexível como cobra. A lucidez voltou e o cansaço se foi. Curei também a erisipela, quando voltou, tomando 3 doses durante 3 meses e matando, por certo, o último micróbio escondido nas varizes. E fiquei reto! Daí a regra: -Tome o magnésio para uma doença só e as outras curam junto-. Voltou-me, enfim, a alegria de viver. E o que darei ao bom Deus pelo jeitinho grátis- De graça o difundirei! E mais: Em 1993, descobri a cura da psoríase, que escama a pele e é incurável desde a Antiguidade. Já no desespero, tive uma luz: -O magnésio é o construtor da célula-. Mantive então úmida com magnésio concentrado a pele afetada e nova pele nasceu. Somente isso!
– CONTRA-INDICAÇÕES – Duas, graves: Insuficiência dos rins e paratireóide (garganta). Tente devagar, com meia dose diária durante uma semana, duas meias-doses na outra semana, três meias-doses na 3ª semana, ao levantar, ao meio dia e ao deitar. Tudo bem? Então siga para o item 8, RECEITA GERAL. Mas se piorar, diminua a dose ou vá ao médico. O uso desta receita fica a seu critério, ou a critério de um médico amigo.
– RECEITA GERAL – Ver as contra-indicações no item 7. Se não houver, tome uma dose diária durante uma semana. Tudo bem? Então tome uma dose de manhã e uma dose à noite, na segunda semana. Na fase aguda, uma dose de manhã, ao meio dia e à noite. Passada a fase aguda, volte a uma dose de manhã e outra à noite, durante meio ano ou mais, até sentir que está bem e com boa saúde. Para não recair, siga toda a vida o item 13. Com 3 doses diárias, a pressão do sangue pode subir. Se for demais, diminua o sal de cozinha, tome remédio, ou volte a tomar duas doses. Mas não largue o magnésio, sua garantia.
– CALCIFICAÇÃO – Que somente o magnésio cura. É o mais comum, uma série de doenças até mortais: coronárias entupidas, necrose (sem vida), infarto, pontes de safena, coágulos, derrame, trombose, arritmia, arteriosclerose (sclero=duro), válvulas duras, incrustações tipo cera amarela, colesterol, coluna, ciática… O magnésio tira o cálcio patogênico e o fixa nos ossos, que nunca ataca. E cura osteoporose. Ver item 8.
-ARTRITE E ARTROSE, que só o magnésio cura. Artrite, reumatismo, gota, inflamam, com dor, as articulações nos dedos e no corpo todo. E a artrose as degenera por acúmulo de ácido úrico, que os rins já não eliminam, por falta de magnésio. Cuidado: Ver item 7, e depois o item 8. – CÂNCER, que somente o magnésio evita, e infartos. As células de doentes podem estar incompletas, por falta de substâncias (refinados, depauperados) ou presença de partículas estranhas (fumo, tóxicos, radiações, metais pesados). Essas células anormais, presentes em todas as pessoas, somente se tornam perigosas ao se agruparem, causando lesões, o pré-câncer — que o magnésio cura. Ao formar tumor, câncer, o magnésio não cura mais (mas o elixir F. Kotelak2 já curou muito câncer e diabetes). Nódulos no seio e freqüente câncer em parentes: siga logo a RECEITA GERAL (item 8). Mas câncer da pele, que dá chagas incuráveis, o magnésio cura em um ano e tanto. Siga o item 8. Assim você se salva do câncer, de infartos, de quase tudo, simultaneamente. Nós todos o temos, em grau moderado. Consiste em células mal formadas por falta de alguma substância (refinados) ou presença de partículas tóxicas. Infelizmente, todo processo canceroso é lento, não causa nenhuma dor de alerta até aparecer o tumor, que segrega tóxicos (vírus muito variados) que invadem as células sadias em ramificações (semelhante a um caranguejo) que quer dizer: Câncer em latim. Aí o magnésio pode só freiar um pouco… curar não. Há porém leves indícios: se já houver nódulo debaixo da pele do seio, aí o magnésio é o melhor preventivo, para o câncer não progredir e formar tumor. Além dos alimentos cancerígenos que devemos evitar, o mais importante é guardar o equilíbrio mineral, tomando o Cloreto de Magnésio, como doses de prevenção. Basta o corpo estar devidamente mineralizado pra se ver livre de todas as doenças.
– INFECÇÕES – O magnésio reforça as defesas naturais do organismo: duplica os glóbulos brancos, soldados do sangue que matam o triplo de micróbios. O magnésio é ótimo contra furúnculos, inflamações. Cura erisipela (veja item 6). Em manchas da pele, psoríase, alergias, acne, tóxicos, feridas – ponha um paninho úmido com magnésio, ou passe com a mão. Para psoríase, solução concentrada (ver item 6).
– CIRURGIAS – Na véspera, tome de 3 a 5 doses espaçadas. Cura rápido, sem infecção e boa disposição. Saúde para toda a vida. -DOSAGEM – O adulto precisa de magnésio metálico, o equivalente a 4 ou 5 doses por dia. Como nossos alimentos refinados não o fornecem, é preciso completar o que falta. Crianças e adultos até 40 anos – Uma colher para cada 10 kg de peso, se estiver doente ou crescendo muito. Se não estiver doente nem crescendo, uma colher para cada 20 kg. Adultos, de 40 anos em diante – Um fato novo: aos 40 anos (alguns aos 35 ou aos 30), o corpo é invadido pelo cálcio, que reprime sempre mais o magnésio. Assim, devemos ir aumentando o magnésio para controlar o cálcio e evitar as doenças da velhice, continuando flexíveis e jovens. Aqui vão as doses, por idade: Dos 40 aos 55 anos, tomar 2 doses espaçadas por dia. Dos 55 aos 70 anos, tomar 3 doses espaçadas por dia. Dos 70 anos ao fim da vida, 4 doses espaçadas ao dia. Assim, complementam-se os alimentos desmineralizados e o corpo se mantém flexível, sem cansar, sangue puríssimo, coração e outros órgãos sadios, sem infartos, derrames, sem morte súbita, sem câncer… Em vez do magnésio, você pode comprar sacos de farelo de arroz, com o qual faz bolinhos, mistura no pão ou nas comidas. Comer uva, com bagaço, mineralizado, sem esmagá-lo. A cozinheira deve distribuir nas comidas uma dose de magnésio para cada 3 pessoas, uma vez por dia. Assim fazem na Finlândia, e toda a família vive saudável. Os maiores de 40 anos devem completar suas cotas, conforme recomendação acima. O magnésio é alimento inocente: o intestino somente absorve o necessário. Ricos em magnésio e sais são: Farelos, melaço, melado, mel, açúcar amarelo em rapaduras com amendoim, todas as nozes, amêndoas. Também golinhos de água do mar, no banho ou nas comidas (só golinhos), que contém 30 sais salubérrimos, os mesmos que levam as tartarugas até os 400 anos de idade… Um remédio surpreendente, responsável pelo equilíbrio geral. “J. Shorr é padre, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina. O nome do Padre é Beno Schor, era um dos Jesuítas do Colégio Catarinense em Florianópolis, lecionava Química, Física e Biologia. Pesquisando sobre sua doença, descobriu que todos os seus males era falta do cloreto de magnésio. Se você procurar no Google (cloreto de magnésio) irá encontrar relatos de sua história. Conheci o Padre Schor, ele curou-se com o cloreto de magnésio, viveu anos, estava lendo este site e como este mundo é muito pequeno, este Padre foi capelão do hospital que eu trabalho, ele morreu na segunda quinzena de maio de 2005, este ano, eu o havia encontrado na cidade andando sozinho no centro no meio de tanta gente e fiquei admirada, aos 93 anos, ele andava alegre e distraído, uma semana depois soube que morreu, seu coração parou. Ele apagou como uma vela ao vento, pois ajudou tanta gente, divulgando sua cura pelo cloreto de magnésio, e Deus foi também caridoso com ele. Um amigo do Padre Schor.” Quem sofre de bico de papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação podem curar-se de forma perfeita, indolor, fácil e barata. E tem, ao mesmo tempo, a cura de todas as doenças causadas pela carência de cloreto de magnésio no passado, até a artrose.
Outros efeitos:
O cloreto de magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Ainda mais: minha pulsação que sempre estava abaixo de 40 – eu já pensava em marca passo – normalizou-se. O sistema nervoso ficou motorialmente calmo, ganhei maior lucidez, meu sangue estava descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado desapareceram. A próstata, que eu deveria operar assim que tivesse uma folga nos trabalhos, já não me incomoda muito. Houve ainda outros efeitos, a ponto de várias pessoas me perguntarem: “O que está acontecendo com você?” Está mais jovem! “É isso mesmo”. Voltou-me a alegria de viver. Por isso, me vejo na obrigação de repartir o “jeitinho” que o bom Deus me deu. Centenas se curaram em Santa Catarina depois de anos de sofrimento com males da coluna, artrose, etc. Importância do cloreto de magnésio: O cloreto de magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos em suas funções (catalisadoras), como os rins, para eliminar o ácido úrico nas artroses; descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, evitando enfartes; purificando o sangue vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade. O cloreto de magnésio é, de todos os sais, o menos dispensável, como o professor na aula. Após os 40 anos, o organismo absorve sempre menos cloreto de magnésio, produzindo velhice e doenças. Com o uso do cloreto de magnésio há tendência à eliminação das doenças e uma diminuição significativa do desgaste natural. Só não se deixe levar pelo comodismo, até que uma doença se instale; porque viver com dores e mal estar se é possível gozar de uma saúde radiante? O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. E não tem contra-indicação. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas. O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo e é indicado para homens e mulheres. No caso das mulheres ele ajuda a prevenir osteoporose.
Recomendações: Quem sofre de bico de papagaio, obesidade, nervo ciático, coluna, arteriosclerose, rins, calcificação, surdez por calcificação, deve iniciar o tratamento com uma dose pela manhã, uma dose à tarde, uma dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.
Artrose: O ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, em particular nos dedos, que até incham. Isso resulta de uma falha no funcionamento dos rins, justamente por falta do cloreto de magnésio. Tenha cautela: se um rim talvez já esteja se deteriorando, tome apenas uma dose pela manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não cessar a anormalidade, tome uma dose pela manhã e uma dose à noite. Depois de curado, continue com as doses normais, como preventivo.
Próstata: Vou citar um exemplo. Um homem muito idoso já não conseguia urinar. Algum tempo antes da operação, lhe deram cloreto de magnésio como preparação, e ele começou a melhorar. Depois de uma semana sentia-se bem, e a operação foi cancelada. Há casos em que a próstata regride, às vezes, ao normal, tomando-se 2 doses pela manhã, duas doses à tarde, duas doses à noite. Ao melhorar, tome a dose preventiva. Outros problemas: como reumatismo, rigidez muscular, impotência sexual, câimbras, tremores, frigidez, artérias duras, falta de atividade cerebral, sistema nervoso: uma dose pela manhã, uma dose à tarde, uma dose à noite. Sentindo-se melhor, passar para a dose preventiva. O Magnésio não é nada menos que um mineral milagroso no seu efeito sobre a cicatrização de uma vasta gama de doenças, bem como na sua capacidade de rejuvenescer e evitar o envelhecimento do corpo. Sabemos que é fundamentais para muitas reações enzimáticas, em especial no que diz respeito às celulares de produção de energia, para a saúde do cérebro e o sistema nervoso, e também para os dentes e ossos saudáveis. No entanto, pode constituir uma surpresa que, sob a forma de cloreto o magnésio também é um impressionante lutador contra infecção. O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os anti-sépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de as prevenir. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios. Mais tarde o Prof Delbet também realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imuno-estimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes. Gradualmente o Prof Delbet descobriu que o cloreto de magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite e problemas na vesícula, doença de Parkinson, tremores e cãibras musculares, acne, eczema, psoríase, verrugas e prurido cutâneo, impotência, hipertrofia prostática, cerebral e problemas circulatórios, asma, febre, urticária e reações anafiláticas. Cabelo e unhas ficaram mais fortes e saudáveis e doentes tinham mais energia. Prof. Delbet também descobriu um efeito preventivo muito bom sobre o câncer e em condições pré-cancerosas, tais como leucoplasia, hiperqueratose e mastite crônica. Estudos epidemiológicos confirmou que as regiões ricas em magnésio no solo tinham menos câncer do que aqueles com baixos níveis magnésio. Outro médico francês, A. Neveu, curou vários doentes com difteria utilizando o Cloreto de Magnésio em dois dias. Ele também publicou 15 casos de poliomielite que foram curados dentro de dias se o tratamento foi iniciado imediatamente, ou dentro de meses se paralisia já tivesse progredido. Neveu também descobriu que o cloreto de magnésio era eficaz com asma, bronquite, pneumonia e enfisema; faringite, amidalite, rouquidão, frio comum, gripe, coqueluche, sarampo, rubéola, caxumba, escarlatina; envenenamento, gastrenterite, furúnculos, abscessos, feridas infectadas e osteomielite. Em anos mais recentes o Dr. Vergini e outros já confirmaram estes resultados já publicados anteriormente e têm mais doenças adicionadas à lista de utilizações bem sucedidas: asma aguda, choque, tétano, herpes zoster, conjuntivite aguda e crônica, neurite óptica, as doenças reumáticas, muitas doenças alérgicas, Síndrome de cansaço crônico e efeitos benéficos no tratamento do câncer. Em todos estes casos, o cloreto de magnésio tinha sido utilizado e deram resultados muito melhores do que outros compostos magnésio.
CIRCULAÇÃO: angina, arteriosclerose, pressão arterial e colesterol elevado, infartos cardíacos, hipertensão, acidentes vasculares cerebrais, taquicardia (pulso rápido), trombose.
SISTEMA DIGESTIVO: cólicas, constipação, diarreia crônica, mal absorção, pancreatite (inflamação do pâncreas).
SISTEMA NERVOSO: apatia, confusão, depressão, desorientação, epilepsia, alucinações, irritabilidade, doença mental, esclerose múltipla, nervosismo, neurite, paranoia, doença de Parkinson, falta de memória, senilidade. GERAL: alcoolismo, artrite, ossos quebrados, calcificação em qualquer órgão, o cancro, a Síndrome de Fadiga Crônica, diabetes, dores de cabeça, infecções e inflamações, cirrose hepática, lúpus eritematoso, enxaquecas, a velhice, os problemas da próstata, raquitismo, rigidez — Mental e física, pele enrugada e dura, rigidez, formação de pedra na vesícula ou rins, tireoide, faringite, amigdalite, rouquidão, resfriado comum, gripe, asma, bronquite, pneumonia, bronco-constrição, enfisema pulmonar, “as doenças das crianças” (tosse, convulsão, sarampo, rubéola, cachumba, febre escarlate …) , envenenamentos, gastroenterite, furúnculos, abscessos, erisipela, feridas.
Visite também:
- http://www.cloretodemagnesio.com
- http://pt.shvoong.com/tags/evita
lanta de grande poder de cura, com registros de 2 mil anos atrás pela medicina na India, China, Indonésia…, os mercadores árabes foram os responsáveis por propagar como tempero a Curcuma para outros Países.
Pesquisas mostram que nestes Países tem o menor numero de Alzheimer e Cancer que outros Países e muito se estuda por ser um povo que consome muito a Curcumina, princípio ativo da Curcuma através do Curry. O Curry é um tempero muito usado nos Países Asiaticos, e no seu composto contém uma boa parte de Curcuma.
É considerado um dos maiores anti-inflamatório natural, é da família da Gengibre. Com ótimos resultados nas dores e inflamações na família do Reumatismo – Artrose, artrite…dores nas articulações, dores na coluna , as famosas Hernia de disco, ou bico de papagaio. Problemas de síndrome do intestino irritado. Importante fazer uso constante em doses até 8 gramas dia porque as inflamações muitas vezes são silenciosas e de difícil diagnostico médico, e só vão se manifestar quando o quadro já está avançado.
Importante ressaltar que a parte usada são as raizes.
A planta tem folhas grandes e bonitas, as flores rosa ou brancas é de uma grande beleza. (A da foto é do meu canteiro de Ervas de Cura).
Mais informações sobre pesquisas com o uso desta planta para ajudar na químeoterapia e Cancer no Site, www.curapelanatureza
Fitoterapia (do grego therapeia = tratamento e phyton = vegetal) é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na cura das doenças. Ela surgiu independentemente na maioria dos povos. Na China, surgiu por volta de 3000 a.C. quando o imperador Cho-Chin-Kei descreveu as propriedades do Ginseng e da Cânfora.
Deve-se observar que a definição de medicamento fitoterápico é diferente de fitoterapia pois não engloba o uso popular das plantas em si, mas sim seus extratos. Os medicamentos fitoterápicos são preparações elaboradas por técnicas de farmácia, além de serem produtos industrializados.
Vantagens e riscos
Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do princípio ativo(a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia.
Enquanto o princípio ativo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultradiluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta.
Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a reação alérgica, pode haver contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados. Essa grande quantidade de substâncias que também podem ser tóxicas é originada da evolução das plantas, pois estas são seres vivos e como tal, não possuem vantagens em serem predadas ou danificadas. Desta forma, como não possuem meios de se defenderem de animais herbívoros e fitófagos, desenvolveram diferentes defesas químicas ao longo de sua evolução. Algumas dessas substâncias podem ser úteis para as pessoas, outras prejudiciais, como oxalatos e ácido cianídrico, ambos tóxicos.[2][3] Um exemplo clássico é a cafeína, um alcaloide, em um animal de grande porte como um ser humano, deixa a pessoa desperta, mas em um inseto que tenta, por exemplo, predar a semente do café pode ter uma reação muito forte, que leva este a perda de apetite, podendo levá-lo a morte.[4]
Além disso, todo princípio ativo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade – abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico. A variação de concentração do princípio ativo em chás pode ser muito grande, tornando praticamente impossível atingir a faixa terapêutica com segurança em algumas plantas nas quais essa faixa é mais estreita. Na forma industrializada, o risco de contaminações pode ser reduzida através do controle de qualidade da matéria prima, mas mesmo assim a variação na concentração do princípio ativo em cápsulas pode variar até em 100%. Nas ultradiluições, como na homeopatia, não há o princípio ativo na apresentação final, o que elimina os riscos anteriores. Entretanto, não há nada que indique que haja qualquer efeito benéfico.
À medida que os princípios ativos são descobertos, eles são isolados e refinados de modo a eliminar agentes tóxicos e contaminações, e as doses terapêutica e tóxica são bem estabelecidas de modo a determinar de forma precisa a faixa terapêutica e as interações desse fármaco com os demais.
No entanto, o isolamento e refino de princípios ativos também não é isento de riscos. Primeiro porque pretende substituir o conhecimento popular tradicional e livre, testado há milênios, por resultados provindos de algumas pesquisas analítico-científicas que muitas vezes são antagônicas. Segundo, porque a simples ideia de extrair princípios ativos despreza os muitos outros elementos existentes na planta que, em estado natural, mantêm suas exatas proporções. Assim sendo, o uso de fitoterápicos de laboratório poderia introduzir novos efeitos colaterais ou adversos inesperados, devidos à ausência de sinergismo ou antagonismo parcial entre mais de um princípio ativo que apenas seriam encontrados na planta.
A Fitoterapia é o uso das plantas curativas que vem das mais antigas civilizações.
É usada a parte matéria da planta em forma de chás, cápsulas, tinturas, extratos, óleos essenciais e compressas.
Guia passo a passo a extração do Gel
É simples e fácil a extração do gel da folha da Aloe Vera, que pode ser tranquilamente cultivada no quintal de sua casa, ou mesmo em um vaso, caso você more em uma casa pequena ou apartamento. Desta forma você terá sempre a mão uma das mais magníficas ervas medicinais. É um grande privilégio poder colher e consumi-la fresca.
Lembrando que existem dezenas de variedades de Aloe, a que buscamos é a Aloe Barbadensis, que você pode reconhecer nas fotos como a variedade que tem folhas lisas e suculentas. Você pode encontrar estas folhas à venda em lojas de ervas ou em barracas de feira de rua.
Eis o passo a passo de como retirar o gel de suas folhas. Com a prática você leva poucos segundos para executar o processo que deve idealmente fazer parte de sua rotina diária de hábitos saudáveis. Que você possa sentir e desfrutar das bênçãos desta princesa em sua qualidade de vida.
1º Passo:
Escolha a folha que estiver mais abaixo de todas e, puxando-a com cuidado, remova-a da planta. Esta é normalmente grande, grossa e bem verde. Lembre-se sempre de agradecer à planta e à Natureza por lhe proporcionar saúde e vitalidade radiantes através deste nutritivo presente. Gratidão é, de acordo com os monges de diversas tradições, o mais elevado sentimento possível ao ser humano.
Quanto mais grossa a folha, mais gel você obterá. Uma folha saudável tem o tamanho de um antebraço, aproximadamente. Respeite a planta que lhe fornece sua folha e nutrição, deixando o suficiente para que ela sobreviva e possa prosperar. Nunca destrua uma planta de Aloe Vera. Deixe as pequenas folhas do miolo vivas para que a planta possa continuar a se desenvolver. Depois de algum tempo você poderá colher mais de sua generosidade.
Após cortar a folha, começará a escorrer no local do corte uma resina amarela que depois se torna vermelha escura. Deixe a folha na vertical e espere alguns segundos até que toda esta resina saia. Não se preocupe com a perda de gel, pois apenas a resina escorrerá. Todo o gel permanecerá intacto na folha.
Note a bela e grossa camada de gel nesta folha de Aloe Vera: é este gel em que estamos interessados em utilizar. O método que mostraremos aqui consiste em tirar com uma faca a parte verde e a resina da folha, restando apenas o gel.
É exatamente neste gel viscoso que estão contidos todos aqueles benefícios e que estamos interessados em obter. Já a resina vermelha escura (Alantoína), presente na parte verde da folha, não é aconselhável para a utilização interna, pois age de maneira muito intensa no organismo.
Assim, enquanto o gel suaviza e regenera todo o trato digestivo, cura doenças como azias, constipações, Doença de Crohn e outras desordens digestivas; a resina vermelha, quando consumida, causa irritação e diarréia.
Utilize o gel em uma nutritiva e deliciosa bebida matinal e deixe a parte verde que restar para utilização como loção hidratante para pele e cabelos. Este é um cosmético integralmente ecológico!
Aqui foi cortada uma seção da folha para mostrar mais nitidamente a transparência do gel da Aloe Vera.
O gel da Aloe Vera é constituído de 96% pura água! Esta água é retida por uma magnífica matriz de complexos polissacarídeos, composta por mais de 200 fito nutrientes. São destes polissacarídeos e gliconutrientes que todas as propriedades medicinais da Aloe são originados. É o que nos interessa.
Um maravilhoso close da folha da Aloe Vera. Podemos ver claramente a textura do gel e da casca.
O que é impossível de observar nesta e em qualquer outra foto são os esplêndidos e numerosos elementos nutritivos e medicinais!
Observe neste outro closeup os pontinhos vermelhos escuros entre o gel e a pele da folha da Aloe Vera. Estes pontinhos representam o sistema circulatório da planta e é nele que se encontram a resina amarelada mencionada anteriormente. Enquanto estes pontinhos são o sistema circulatório, o gel representa o sistema de armazenamento de água da Aloe.
Todos os diferentes tipos de Aloe Vera são naturalmente bactericidas e possuem habilidade regenerativa. Se a planta sofrer algum corte, ele estará cicatrizado em questão de horas!
Estas impressionantes propriedades são transmitidas para aqueles que consumirem seu gel. Aloe Vera é bactericida, fungicida, e anti-viral.
2º Passo
Coloque a folha sobre uma tábua de cortar alimentos. Utilize, se possível, uma faca de serra com lâmina flexível.
Como benefício extra, ao manejar a Aloe Vera sobre a sua tábua de alimentos, você também irá cobri-la com uma maravilhosa camada de gel natural bactericida e fungicida!
3º Passo
Primeiro corte o meio da parte côncava da folha, segurando a faca paralelamente à tabua de cortar, tentando cortar o mínimo de gel possível. Comece este corte da base da folha, a parte mais grossa, até a ponta da folha, a parte mais fina.
Feito o corte, a folha ficará parecida com a figura acima. O gel ficará exposto na parte do topo da folha.
4º Passo
Agora corte as duas partes restantes na folha da Aloe. Segure a faca formando um ângulo de 45º com a tábua, aproximadamente, e corte uma parte por vez, sempre da parte mais grossa para a parte mais fina.
Feito isso, toda a casca de um lado da folha terá sido removida, conforme a ilustração acima. Resta somente a parte de baixo.
5º Passo
Segure a faca paralela à tabua de cortar e gentilmente corte o gel da casca que está abaixo dele. Como a casca debaixo é levemente côncava, você pode pressionar levemente a folha contra a tábua para facilitar o corte.
Tenha a certeza de ter retirado toda a casca do gel, pois não é aconselhável ingerir esta camada verde, ou a resina amarelada – esta pode afetar sua flora intestinal, causar alergias ou até manchar as mucosas do intestino.
Note que o gel foi completamente separado da casca da Aloe Vera. (Observe atentamente a figura acima: o gel é praticamente transparente.)
6º Passo
Agora você pode pegar o gel, que lembra um pedaço grande de gelatina. Isto é o que você irá comer. Se quiser, coma um pedaço do gel como está! O gosto é levemente amargo, mas quando adicionado e batido com sua bebida, ele praticamente não terá gosto.
Este gel também pode ser usado quando sofrer algum corte ou ferimento, para prevenir infecções e acelerar a cicatrização. Você pode até colocar pedacinhos dentro do ferimento, em casos mais graves, para auxiliar o tratamento posterior em uma sala de emergências. É perfeito para cortes, arranhões, queimaduras.
Outra imagem mostrando o gel retirado e separado da pele da folha da Aloe Vera. Isto sim é pura medicina, fornecida generosa e gratuitamente pela Mãe Natureza!
Como Utilizar?
O gel da Aloe Vera, quando extraído adequadamente, praticamente não tem gosto e portanto soma-se bem a qualquer suco ou bebida que você prepare no liquidificador.
Cultive suculentas folhas de Aloe frescas em seu jardim, da espécie Barbadensis (a folha mais espessa), mostrada em todas as fotos.
Para fazer uso desta planta, descasque-a com a ajuda de uma faca e jogue um pedaço do gel dentro do copo de liquidificador. Na seqüência, acrescente sua fruta ou suco preferido (pode ser suco verde, leite de castanhas….) e processe por alguns instantes. Saúde!
Observações
Caso você nunca tenha consumido Aloé antes, tenha a precaução de começar com pequenas porções. Reações alérgicas a Aloé Vera são muito raras, porém cautela é sempre recomendável.
Radiestesia Terapêutica.
Através de alguns instrumentos, sendo o principal o pêndulo, a Radiestesia detecta desarmonias no campo vital do ser humano, e proporciona precisão no diagnóstico e no tratamento. Analisa as condições de saúde da pessoa, indica os alimentos que esta sendo prejudicial, e os que são saudáveis. Também indica as terapias mais adequadas para o momento, e é possível uma pesquisa nas desarmonias espirituais.
CURSO
No curso de Radiestesia e Radiônica você irá aprender a manusear o pêndulo, através de exercícios práticos, bem como conhecer os principais gráficos de Radiônica e como utilizar com foco nos tratamentos físico, emocional e mental das pessoas, animais e plantas.
CONTEÚDO DO CURSO
- O que é Radiestesia?
- Para que serve a Radiestesia?
- De onde vem a resposta do pêndulo?
- Prática de radiestesia
- Aplicações da Radiestesia
- O que é Randômica?
- Gráficos Randiônicos
- Aplicação prática e tratamentos
Como equilibrar uma casa ou escritório.
CARGA HORÁRIA
2 dias das 10 às 17hs
1 encontro com o facilitador, para o “tira duvidas” após a conclusão do curso.
FACILITADOR: Vilma Aparcida Mascagni
Confira na agenda nossa programação.
Inscrições e informações, ligue para:
(11) 99425-9700 (São Roque)
Náuseas causadas por viagens: para poder evitar este problema, é aconselhável consumir o gengibre 3 horas antes de embarcar no avião, carro, barco, etc.
O gengibre previne o enjoo causado pelo movimento (chamado cinetose). No caso de longas viagens, os especialistas recomendam consumir gengibre meia hora antes e no meio da travessia voltar a ingerir. Beber uma infusão com a raiz seca é ótimo ou você pode misturar o gengibre com frutas.
Tratamento de quimioterapia: os pacientes que sofrem com o câncer podem consumir o gengibre para reduzir os vômitos logo depois da sessão de quimioterapia.
Nota: não coma o gengibre com o estômago vazio.
Gravidez: as mulheres gestantes podem ingerir gengibre para reduzir os enjoos e vômitos nos primeiros meses.
Faça uma infusão de meia colherada de raiz seca em uma xícara de água e beba várias vezes ao dia. Nota: não prolongue o consumo por mais de dois meses. Pós-operatórios: o gengibre reduz os efeitos negativos de vários medicamentos que são usados nas cirurgias. Tome um dia antes da cirurgia, mas somente com autorização médica.
O gengibre também é bom para evitar a aparição de úlceras, devido ao seu poder antibacteriano, principalmente porque altera os sucos gástricos. A raiz também serve para equilibrar a produção de líquidos dentro do estômago. gengibre.
O gengibre serve também para os problemas no aparelho respiratório, tais como a gripe, a febre ou a congestão nasal.
Tome uma infusão com uma colherada de raiz seca por cada copo de água, consuma várias vezes ao dia. Para potenciar o efeito, adicione um suco de meio limão.
A infusão é ótima para sinusite. Uso externo do Gengibre O gengibre é poderoso contra as dores e inchaços produzidos pelas seguintes causas ou transtornos: Artrite: faça uma infusão com um punhado de raízes de gengibre em um litro de água. Deixe esfriar e aplique como compressa durante 15 ou 20 minutos sobre a articulação que dói. Repita o processo a cada 6 horas. Também podem ser feitas fricções com óleo de gengibre e óleo de amêndoas. Síndrome do túnel carpal: pode ser feito um cataplasma de gengibre sobre a zona afetada.
Dentes: a infusão de gengibre ou simplesmente mastigar uma rodela pode aliviar a dor de dente.
Também são conhecidos os poderes do gengibre para eliminar o mau hálito. Esta é uma técnica oriental que consiste em colocar uma rodelinha da raiz com vinagre e mascar depois que terminar de comer. Serve para aumentar a produção de saliva, ótimo para quando a boca estiver seca.
Por último, diz-se que o gengibre é um potente afrodisíaco, que aumenta a libido e o desejo sexual. O óleo essencial incrementa a temperatura corporal, é estimulante e muito poderoso, devido ao seu aroma penetrante e intenso.
Outros benefícios de usar o gengibre:
- Reduz as dores menstruais
- Melhora o fluxo sanguíneo e previne doenças cardiovasculares
- Antidepressivo natural
- Reduz os níveis de estresse
- Combate o envelhecimento prematuro das células
- Diminui as enxaquecas
- Previne o câncer de ovário e o de cólon

