Caso do garoto trapezista que viveu em 1900

Caso do garoto trapezista  que viveu em 1900
dezembro 28 15:54 2016

O garoto que foi  uma trapezista no inicio de 1.900, na Europa.

Caso interessante de atendimento Apométrico.

Nosso atendido é um garotinho nascido em 2010, estamos em 2014, nasceu sob a regência de Plutão, no signo de Escorpião. Ele nasceu com um problema no pé direito, consultou vários médicos, sem resultado foi encaminhado para tratamento no Hospital das Clínicas. Tem inchaço, e muitas dores no pé direito, anda com bastante dificuldade.

Faz muitos exames e seu caso não apresenta diagnóstico, e segundo seu médico, a possibilidade é de doença rara, que não tem cura. Ele faz uso de fortes medicamentos, e segundo a medicina, ficaria dependente desses medicamentos sem prazo determinado. O médico também tem dúvidas sobre uma possível cirurgia no pé, pois não tem um diagnóstico cirurgico.

1º. Atendimento na Apometria:

Pedi a presença da criança na clinica para conhecê-la, e a dispensei antes do inicio do atendimento para que não ficasse irritado.

No atendimento uma personalidade do passado se apresenta pedindo ajuda. É feminina Ela se encontra num espetáculo de circo, início do ano de 1.900 na Europa. O circo se apresentava muito na França e Itália. Este circo viajava por esses dois países constantemente. De família circense, a personalidade era uma jovem em torno de 21 anos que participa dos espetáculos se apresentando nos Tecidos acrobáticos. Enrola seus pés nos panos, faz piruetas, fica pendurada, gira.. e assim ela se apresenta. Seu espetáculo é uma grande atração deste circo. Ela se diz muito infeliz, sente muitas dores no tornozelo direito, tem muito inchaço neste pé. E dói!!  Quando reclama a família não da atenção a suas queixas, diz ela, o pai repete sempre: “O show tem que continuar, artistas de circo não sentem dores”. Esta atitude do pai a maltrata muito, sente raiva e magoa do pai.
Neste espetáculo, no qual a personalidade se apresenta, ela está pendurada pelos pés, a dor é intensa, ela sente muita raiva… ela solta o pé direito do pano e cai. Na queda fratura as vértebras L5 e L6.  Depois de um longo tratamento fica paraplégica.  Presa a cadeira de rodas não aceita sua condição. Muito revoltada e com problemas sérios de relacionamento com a família, acaba adoecendo e desencarnando. Assim como não aceitava estar na cadeira de rodas não aceita também sua morte, por revolta e apego as condições do ego. Sua personalidade dessa encarnação, após seu desencarne. continua vivenciando as memórias de dor e sofrimento. Ao reencarnar e vibrando as condições do acidente e da indignação pela trajetória da sua vida. Ao reencarnar em 2010 com outra personalidade, estas memórias anteriores, dissociada por não aceitação, se acoplam na personalidade atual ainda no periodo intra uterino (do garoto), e da continuidade ao processo de dor e sofrimento. A criança apresentava também reações emocionais de muita irritação

Tratamento aplicado:

Uma seringa com um líquido colorido. Em cada parte da coluna é aplicada uma cor diferente, somando 7 cores. Cada uma das cores trata uma parte da medula:

1a – Reconstitui a medula
2a – Reconstitui raízes nervosas que saem da medula
3a – Reconstitui meninges que recobrem a medula
4a – Reconstitui os discos in-vertebrais e o canal vertebral
5a – Os ossos vertebrais
6a – A faisca que recobre as vértebras
7a – Reconstitui as camadas superficiais até a pele.

Nos foi intuido  para dar um tempo ao tratamento para que a personalidade atual possa sentir os movimentos. O tornozelo é tratado com a luz verde, que ameniza a inflamação.
São usadas as ervas, Arnica e Barbatimão.
Banho no pé com sal grosso e sal amargo.
foi usado o som da vogal ‘i’, repetido continuamente como o som da cigarra, na região do pé. O pé é envolvido na cor azul.

Do cóxi até a cervical o som do OMMMMMM, que desce e sobe, restabelecendo a energia da medula.
Resgate da relação familiar, com os pais(da época) pedindo perdão para a filha.
É recomendado aos pais (atuais) contarem histórias para a criança, e não focarem a atenção no problema do pé.

Tratamento médico continua

2º. Atendimento:

Pedi para a mãe permanecer  com a criança no Espaço Hematita durante o atendimento. Pois neste atendimento necessitávamos acessar o corpo duplo entérico do garoto, um corpo energético que só conseguimos acessar se a pessoa estiver presente. Este corpo não se afasta mais que 8 metros do corpo físico. Se o garoto fosse embora não teríamos acesso a ele devido a distância.
No inicio do atendimento nos foi mostrado um aparelho, pois é comum os mentores nos mostrar as ferramentas de trabalho que vão ser usadas.

Era composto de duas arandelas com alças enormes. Cada arandela com um emissor de energia que emite raios. O corpo sutil em tratamento fica entre essas arandelas.
Os corpos sutís da criança foram colocados, um a um, nesse aparelho. A luz que sai de uma arandela é um verde pastel, esterilizando. Da outra arandela, um rosado suave, energizando. Quando as cores se unem, cintilam muito forte, ficam mais vivas, tornando-se quase cítrica.
O tratamento faz um revestimento energético nos corpos sutis, aumentando as defesas do corpo físico encarnado. O tratamento médico atual é necessário.

É importante entender que a personalidade não desencarnou com a queda, viveu ainda algum tempo e veio a desencarnar de patologia proveniente de depressão. A personalidade que interfere na criança atual, ficou no acontecimento do trauma causado pelo sofrimento da trapezista, não tendo a consciência e aceitação do desencarne.

No atendimento, a conscientizamos de que não pertencia mais a essas condições do passado, tratamos a sua enfermidade física e emocional nos planos astral e a conduzimos para o aprendizado da lei de Causa e Efeito.

Pra encerrar a envolvemos numa referencia de Amor, princípio básico da Apometria.

Após três atendimento o garoto recuperou seus movimentos, seu pé está quase normal, e ele está de alta médica.

E assim ….viva a Apometria!

Gratidão aos pais dessa criança que me permitiu fazer esse depoimento.

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Sobre o Autor do Artigo

Vilma Aparecida Mascagni
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